Wednesday, September 26, 2007

...---...

O Houaiss me contou que a insegurança é a falta de confiança em si mesmo, em suas próprias qualidades ou capacidades.

Essa inabilidade de se sentir capaz, de acreditar em si e, conseqüentemente, nos outros, acaba por transformar o mundo em uma eterna fonte de perigos e ameaças. As pessoas se tornam monstros desprovidos de sentimentos que só têm por objetivo magoar, as situações sempre são embaraçosas e desconfortáveis e esse estado constante de semi-pânico afasta quaisquer chances de se alcançar a paz interior e, junto com elas, as pessoas que poderiam eventualmente gostar de verdade desse ser patologicamente inepto a confiar. O que gera um ciclo vicioso, pois o distanciamento dessas pessoas gera ainda mais insegurança no ser em questão, o que impede que outras pessoas cheguem perto e assim por diante...

Não sou psicóloga, porém acredito que haja infinitos fatores que possam desencadear tamanha falta de segurança e bloquear bons pensamentos/atitudes/sentimentos sobre si e sobre os outros. Até arrisco uns palpites, mas os guardo para mim, pois é bastante indelicado fazer acusações. Em termos gerais, no entanto, as causas encontram-se na maneira como o ser foi ou é tratado. Pode ter sido um evento único, traumatizante o suficiente... pode ter sido uma série de situações constantes, com mudanças de cenários ou personagens, mas muito similares entre si... Pode ter sido absolutamente qualquer coisa.

Para um observador mais desatento, toda essa paranóia/neurose desse ser pode até se passar por uma encenação muito bem feita... coisa para ganhar atenção... aquela história de "se fazer de vítima". Fato é que esse ser desprovido de auto-estima é carente de uma enorme série bem variada de coisas, mas é carente, principalmente, de ajuda.

Wednesday, September 19, 2007

Essa eu não sabia....


Today's also Pirate Day! Arr!!

Wednesday, September 05, 2007

É...

Até o mais forte tem seus momentos de fraqueza...

Tuesday, September 04, 2007

Sem título mesmo, porque não merece.

Ela andava pela rua cantarolando mentalmente, animada com as perspectivas que o novo emprego oferecia e pensando com carinho no namorado que estava em outra cidade. Fazia um dia agradável, com uma excelente combinação entre o sol ameno e a brisa fresca, os galhos mais altos das árvores curvando-se gentilmente a cada sopro, os passarinhos chilreando despretensiosamente e de quando em quando um latido preguiçoso mostrava que o dia realmente estava bom demais para se preocupar com qualquer coisa.

Absorta em seus alegres pensamentos, ela nem notou que vinha tendo seus passos observados enquanto caminhava com a leveza de alguém em paz consigo mesma. De fato, não eram seus passos que estavam sendo observados. Em uma casa semi-construída mais à frente estavam quatro pares de olhos que se fixavam nas suas femininas curvas, delicadas e discretas, porém presentes.

Alguns poucos metros depois ela se sentiu observada. Retesou seus músculos e começou a caminhar sutilmente mais rápido, para poder evitar o que quer que fosse, caso houvesse necessidade. Num momentâneo desvio de foco conseguiu enxergar as oito lanças que estavam à espreita, aguardando o momento certo para...

Logo que as ondas reverberaram no seu pequeno tímpano, ela chegou a visualizar um suculento bife sendo frito. Chegou a conferir o relógio para certificar-se de que a hora do almoço já estaria próxima, porém ainda não fazia nem três horas que o sol havia despontado no horizonte. O som de fritura foi seguido por murmúrios indecifravelmente lascivos, o que a fez mirar com repulsa as quatro figuras recostadas no muro interminado e apertar ainda mais o passo. Fossem os olhos dela miras de alguma arma potencialmente letal, os quatro seres provavelmente teriam sido pulverizados. Ou, no mínimo, mutilados. No lugar certo. Esse mesmo! Não finja que não entendeu.*

Seu primeiro impulso foi de espancar um por um até a morte, pensamento esse que foi seguido por um quê de lucidez que a segurou e explicou que, além de eles serem visivelmente mais fortes, provavelmente não valeria toda a chateação de passar por todos os trâmites legais que tal ato acarretaria.

Num segundo instante, veio a vontade de lhes dar um sermão, pedir-lhes por respeito e os fazer imaginar que suas mães/irmãs/namoradas/tias/etc. poderiam estar no mesmo instante em outro ponto da cidade passando pela mesma desagradável situação. Eles não gostariam que isso acontecesse, gostariam? Novamente o seu cérebro a refreou, explicando que o entendimento deles sobre o conceito de "empatia" provavelmente era insignificante, senão nulo.

Não vendo o que podia fazer, seu dia já arruinado e plenamente irritada, ela saiu pisando duro, deixando escapar com raiva um "Bando de filhos da..." entredentes.


* O queee? Estou falando dos olhos, claro! Eu, heim...

Tuesday, August 28, 2007

Aleatório (ou não!)

Tenho pensado muito em pessoas. Não em pessoas específicas... também não na humanidade, porque é muito geral. Passo o dia analisando atitudes. Ou a respectiva falta delas. Às vezes até mesmo o excesso das mesmas.

As atitudes no trânsito são as que mais me deixam nervosa. O trânsito não é mais caótico... já deixou de sê-lo há muito tempo. Ele é bárbaro, anárquico. Cada um por si e contra todos, com total falta de respeito às leis e a qualquer um que ouse cruzar o caminho alheio. Nervosismo, impaciência, inexistência de cordialidade... insuportável.

Já em lugares um pouco mais afastados das ruas, as atitudes (ou a falta e blábláblá... enfim, subentenda tudo que já foi escrito) costumam me intrigar. Ausência de caráter, excesso de sorrisos, dramatização exagerada... será que as pessoas são REALMENTE assim? Guardem as máscaras, por favor...

Mas as atitudes que realmente me deixam desconcertada são aquelas inusitadas tomadas pelas pessoas mais próximas. Aquelas pessoas que já tinham me acostumado com uma certa linearidade, mas que inexplicavelmente passam a agir... de um jeito que... *ARGH!* ¬¬

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On a total different subject...

"Ela acordou em meio aos lençóis brancos, ouvindo os pássaros cantarem do lado de fora da janela aberta, por onde entrava uma nesga de sol que prometia um dia glorioso. Espreguiçou-se lânguida na cama ampla e respirou fundo, sentindo-se absurdamente feliz. A este pensamento, sentou-se abruptamente na cama, exclamando: "Ai, meu Deus!". A preocupação estampada no rosto era genuína e, saltando da cama, pôs-se a caminhar de um lado pro outro no quarto, mordendo nervosamente a pele do canto do dedão direito.

Meia hora depois, jogou-se de volta na cama e puxou o telefone no criado mudo pra si. Discou e aguardou ansiosa que atendessem do outro lado.

- Alô?
- Oi, amor...
- Que voz é essa? Aconteceu alguma coisa?
- Não...bom, mais ou menos...
- O que foi? Diz.

- Ah, não é nada demais...
- Quer fazer o favor de me dizer logo o que ta acontecendo? Estou ficando preocupado, caramba!
- É que...eu acordei tão feliz hoje...que fiquei com medo!
- Hein?
- É, fiquei com medo. To tão insegura!
- Insegura?
- É...tá tudo tão bom...que eu sei que vai acontecer alguma coisa!
- Você ta doida? Bebeu?
- Aí, olha como você ta falando comigo! Eu te contando uma coisa séria, que ta me fazendo sofrer e você não ta ligando!
- Querida, ta bom, eu até entendo que você sinta medo e insegurança, isso é normal...eu mesmo sinto isso todos os dias...mas daí a você surtar e sofrer por antecipação por alguma coisa que você nem sabe se vai mesmo acontecer, é loucura!
- Não me chama de louca!
- Não estou te chamando de louca, estou pedindo pra você ser racional, oras!
- Eu sabia, você não me ama mais...está esperando o que pra me deixar?
- Você...já parou pra ouvir o que está dizendo?
- Eu não tenho mais condições de continuar essa conversa...depois eu te ligo, tchau!

Desliga e abraça o travesseiro, chorando copiosamente. O telefone toca, ela ergue um pouco o corpo e olha pro aparelho, imaginando se atenderia. Acaba por estender o braço e balbuciar um alô ininteligível.

- Não acredito que você desligou.
- Des-culpa, m-mas eu n-não que-ria que vo-cê m-me ouvisse cho-chorar...
- Não chora...eu te amo tanto...o que é que mudou, meu amor?
- N-na-da...mas eu tô tão cansada de relacionamentos fracassados! Sempre que eu acho que ta tudo bem, sempre que eu to mais feliz, acontece alguma coisa!
- Se você não acreditar na gente não tem mesmo por que continuar...
- Mas eu acredito...só tenho medo de te perder...
- Não vai me perder.
- Não?
- Não. A gente ta feliz, fazendo planos...não sofra sem motivos!
- Vo-cê m-me ama mesmo?
- Claro que amo! Já não cansei de provar?
- E tudo o que a gente planejou...é pra valer? É de verdade? Você não vai me deixar?
- Claro que é! Eu te amo, dá pra você colocar isso na sua cabeça?
- Ta bom...
- Te pego pra almoçar, ok?
- Ok.
- Beijo, babe.
- Beijo.

Ele desliga e olha o calendário sobre a mesa do escritório, onde vários dias estão assinalados com tinta vermelha. Larga o corpo na cadeira e respira fundo. Maldita TPM."

~ Texto chupinhado de http://bundafurada.blogspot.com/

Thursday, August 16, 2007

Tristeza

1 qualidade ou estado de triste; estado afetivo caracterizado pela falta de alegria, pela melancolia
2 caráter do que desperta esse estado
3 falta de alento; desânimo, desalento, esmorecimento
4 momento em que prevalece o estado de melancolia, de desânimo, de aflição

Fonte: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa



E se alguém em quem você confiou a vida inteira fala mal de você pelas costas?
E se alguém que você tinha como exemplo na vida age como você menos esperava?
E se alguém que era o seu apoio lhe empurra para baixo?

E se o seu herói vira o vilão?

Saturday, July 21, 2007

Friday, July 13, 2007

Thursday, July 05, 2007

Yours trully.

Válvula de escape, penico, saco de pancada e similares, ao seu dispor.

Obrigada e volte sempre.


Inferno astral da POHA.

Monday, May 21, 2007

Mas que saco ter que ficar sempre aparecendo mais coisas para me preocupar! Será que não é possível simplesmente curtir a minha felicidade?? E como estou feliz apesar de tudo! Mas torra a paciência de qualquer um!

E Murphy não tem nada a ver com isso. Nem ele é tão sádico assim.

Thursday, May 10, 2007

Wednesday, May 02, 2007

Wednesday, April 25, 2007

Voltando...

Observando o quanto esse despropositado blog fugiu do seu propósito inicial...

E, nesse instante, o quanto esse post fez o mesmo. ¬¬

Distrações, pensamentos... pensamentos distraídos... pensamentos direcionados para o lado errado das questões, sempre. Mas já estou me doutrinando a corrigir esses pensamentos, guiá-los para a luz. *hahahah*

Eu sei que é uma qualidade bastante escassa no mundo, mas será que pelo menos as pessoas que convivem comigo são empáticas?

Monday, April 16, 2007

Happy (VERY early) B-day!!



"Gordinho careca!!!"




"Obrigado! Obrigado! Obrigado!
Obrigado! Obrigado! Obrigado! Obrigado!
MUITO obrigado! Obrigado! Muito obrigado!
Obrigado! Obrigado! Obrigado! Obrigado!"


Na verdade, você merece muito, MUITO mais. Para e por você... "I want to conquer the world!" ;)

Friday, April 13, 2007

Tuesday, April 03, 2007

Trust

You can only shatter it once... it'll never mend again.

Mais um ídolo de barro se vai...

Tuesday, March 27, 2007

Don't get your hopes too high...

Seres humanos conseguem extremamente decepcionantes. E injustos.

Ídolos de barro...

Friday, March 16, 2007

Duas semanas de protesto

E por mais silencioso que seja, está fazendo muito barulho. Talvez um pouco mais do que eu gostaria, mas ainda assim um pouco menos do que necessário.

Realmente falho miseravelmente em relacionamentos interpessoais, mas custo a acreditar nisso devido àquela pontinha de esperança que sempre habita em mim. Como já foi muito bem dito para mim, nem sempre o meu jeito é o jeito certo, apesar de normalmente estar baseado na lógica e no bom senso... mas acredito muito em flexibilidade, diálogo, compreensão, empatia... essas coisinhas que existem para tentar amenizar os conflitos de opiniões.

Tentarei, pela quaquilionésima vez, acertar tudo por meio de diálogos falados (não gritados). Apesar de quase já ter o diálogo completo decorado (quando se vê um filme muitas e muitas vezes, você começa a decorar as falas), acredito na possibilidade de, quem sabe dessa vez, existir um final diferente. É uma solução ideal, utópica, praticamente surrealista, mas sempre vale a pena tentar mais uma vez. Acho. Não, não: espero.

And once again: hope, and not money, makes the world go 'round.

Thursday, March 15, 2007

Mais um teste por aí...



I am a d4


Take the quiz at dicepool.com


You are a four-sided die, a d4. Otherwise known as a tetrahedron, a "Caltrop", or (to a lesser degree) "Ol' Pointy". This crap bores you, so I'll get to the point. Others tend to see you as petty, conniving, manipulative, argumentative, defensive, greedy, and needlessly antagonistic. You see yourself as focused, effective, efficient, influencing, shrewd, tactical, and direct. Both points of view are in fact correct. You always know the best way to get things done, a fact that never wins sympathy with others. Whenever you manage to gain control of a situation, your solutions are swift and brutal. Unfortunately everyone else is convinced that granting you such power is, "a bad thing" and often conspire to keep it out of your hands. Such short-sighted fools!

Saturday, March 10, 2007

Feliz Dia das Mulheres

Tá, eu estou atrasada. E daí? Só me lembrei do texto agora. =P De qualquer forma, fica aqui o meu imenso carinho pelas mulheres que fazem parte da minha vida... ^_^


A MULHER E SEUS CLIMAS
Artur da Távola

A mulher não é ela. É o clima dela. Melhor que perfumes é o cheirinho de banho recente que se descobre no cabelo e na nuca ou de capim cheiroso espalhado no armário e herdado pela blusa ou camisola. Nada de voz aguda. um tom de médio para grave é preferível. Uma gota de rouquidão, incentiva.

Nada de perfeições! Nem de corpo, nem de inteligência e espírito. Só de caráter. Mulher mau caráter é tão raro quanto repulsivo. O importante é mesmo ter algo de errado no corpo ou no rosto, atraentes. Certos pequenos erros acentuam traços ou detalhes que isolados crescem muito e ganham o todo; o lábio um pouco mais grosso, seios com bicos estrábicos, alguma penugem de que ela não goste mas necessária, o nariz um pouco maior do que ela desejaria, tudo isso aquece a atração.

Carinho tem hora. Não hora marcada, mas hora adivinhada. Carinho fora de hora, eriça. Olhar de uma tristeza tão antiga quanto encarnações é forte fator de atração. Lágrimas a postos. Sempre.

Por favor, nenhuma bronca com barriguinha ou descuido nosso. Nada de exigências ascéticas, dietéticas, apologéticas ou ideológicas. Mulher que atrai e mantém o seu homem é a que gosta mais de alguns defeitos dele do que de uma perfeição idealizada ou basbaque certinho demais. Mas honradez ele deve ter.

Mulher deve falar como quem insinua em vez de ordenar. Pedir como quem ajuda; saber esperar. E não pode ficar falando "eu acho" toda hora, nem descuidar-se das unhas dos pés.

Pudor é essencial. Mas um pudor velado, revelado apenas na linguagem sutil mas eloqüente de seu corpo, no modo de se encolher na cadeira, ou cruzar os pés. Rebolados, só os muito suaves e discretos. Mas evidentes.

Ser friorenta é indispensável. Se for possível preferir o silêncio ? entre reclamar e reivindicar, salvo quanto tenha muita razão - melhor ainda. Se não for assim, que venha a bronca mas com mansidão e depois não permaneça a resmungar. Que goste de eventuais e raros pilequinhos, jamais de alcoolismo.

Que ame beijar. Aprecie e valorize gentileza e adore ser deixada cruzar a porta na frente. Pisar firme mas leve.

Mulher não deve chegar, deve aparecer. Não deve entrar, deve aproximar-se. Não deve mastigar, deve diluir. Não deve engolir, deve sorver. E por favor, cuspir, jamais. Só no consultório dentário...

Ar de brincadeira antes de amar é receita infalível. E dormir o mais encolhidinha possível e depois acordar solta, confiante no sono. Em viagens é essencial cuidar da gente. E guardar sempre uma surpresa para ser dada de repente. Sim, ser bela nada tem com ser bonita. É muito mais. Porque a mulher não é apenas ela. É também o clima dela.

Thursday, March 08, 2007

Pintando corujas

Às vezes na ânsia de fazer com que tudo funcione direitinho, acabo atrapalhando todo o funcionamento correto das coisas...


Thursday, March 01, 2007

As I said... Ignorance is NOT bliss

"Whoever said 'What you don't know can't hurt you', was a complete and total moron. Because for most people I know, not knowing is the worst feeling in the world."


~ Meredith Grey (Grey's Anatomy)


Eu tento ao máximo sublimar, abstrair... mas... "tente não pensar numa maçã"!

Tuesday, February 27, 2007

Pensamentos aleatórios...

Às vezes a vida dá muitas informações para pensar a respeito, todas ao mesmo tempo e de relevância variável. E ela não dá opção: ou analisamos tudo, ou então ficamos estagnados... e, com absoluta certeza, não será numa posição muito confortável.

Colocar em ordem pensamentos, acertar o passo, reorganizar o cotidiano, abraçar novas responsabilidades, se engajar em novas atividades... tudo é despejado sobre nossas cabeças sem que possamos sequer argumentar (afinal, é a vida e com ela não se conversa) e, muitas vezes, contra a nossa vontade.

Nada que um pouco de coragem e vontade de seguir em frente não resolva... mas não é sempre que conseguimos juntar forças após receber seguidos golpes. Minto. É sempre sim, só demora um pouco mais do que das outras vezes para se recuperar.

E vamos lá. De cabeça erguida.

Thursday, February 08, 2007

Complementando ^_^

Fazendo história

Como seria o começo de uma verdadeira história de amor? Daquelas de amor sincero e recíproco, quase coisa de filme, mas real? Vamos ver...

"Era uma vez no Jardim de Infância..."
Não... parece que daqui a pouco entra um policial grandão na história e aí acaba o romance...

"Era uma vez no escurinho do cinema..."
Hmm... nem. Muito comum.

"Era uma vez num vagão de trem vomitado..."
*hahahahaha* Bom começo de história! Essa vai longe com certeza! Mas é roteiro de comédia... ainda não é o que procuro.

"Era uma vez num banco de shopping..."
Despretensioso. Pode até ser que dure um pouco, mas não é nada de mais.

"Era uma vez uma madrugada no McDonald's..."
Não... muito trabalho para manter. Olha o tamanho do 'merchan'! Coisa de pessoas populares... Quero uma história simples e real.

"Era uma vez na entrada de um show..."
Animadinho... acho que até poderia ir para frente, mas falta profundidade...

"Era uma vez num apartamento desconhecido..."
Misterioso... está mais com cara de thriller do que romance. Que medo! Next!

Hm.... acho que... ACHEI!!!
"Era uma vez sob as estrelas..."
Agora sim! Uma história de verdade! Com direito a sonhos se tornando realidade e tudo!

E quando ficarmos bem velhinhos...


Viu a fitinha no tornozelo??? *hehehehehe*

Friday, February 02, 2007

Lido à dois fica mais legal ainda ^_^

texto de Drauzio Varela

Qual a Definição mais simples e exata sobre o sentido de mantermos uma relação?

"Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil."

Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom, e merece ser desenvolvido.

Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração. Uma armadilha.

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo, enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio, sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é de cara lavada uma pessoa bonita a seu modo.

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro, quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.

Tuesday, January 30, 2007

"I'll be your crying shoulder"

Tem uns dias em que tudo fica cinza. Todos os problemas, pensamentos ruins e afins resolvem fazer montinho em você, sua auto-estima fica praticamente inexistente e qualquer ocorrido já se torna um problemão.

Nessas horas, cada pessoa tem uma reação. Algumas buscam ajuda, pedem colo, lutam para voltar a colocar cor em seu mundo. Outras, tudo o que não querem fazer é conviver com seres humanos. Querem mais é curtir a fossa e esperar as cores voltarem naturalmente. E também tem pessoas que pendulam entre as duas alternativas.

Quem está de fora poucas vezes consegue enxergar que a outra pessoa está muito mal. E, quando consegue (ou quando é informada que as coisas não estão bem), não tem como adivinhar se a pessoa em questão quer colo ou quer o ostracismo. E fica mais difícil ainda com as "pessoas-pêndulo".

Muitas vezes, a pessoa que está mal pode se tornar rude, áspera ou até mesmo agressiva quando ela não sabe (ou não quer) expressar o que está se passando com ela. Isso faz com que ela agrida pessoas ao seu redor, em sua maioria pessoas que a amam e estão somente querendo ajudar. Provavelmente, justamente aí está o problema: a pessoa que está mal acaba por se sentir sufocada com tanto carinho e atenção. Tudo o que ela queria era ficar dentro da conchinha dela, "curtindo" a dor que se apoderou dela.

Pois bem, aí eu puxo a minha cadeira e sento para esperar com os baldes de tinta (afinal, é necessário recolorir um mundo!). Longe o suficiente para você não me ver quando sair da concha e não se sentir sufocado, mas perto a ponto de lhe estender a mão quando você precisar.

However, don't forget: run all you want, you can't hide from reallity.

Friday, January 19, 2007

*ventou muito de madrugada*

Queria poder voar. Escancarar a janela do meu quarto, abrir os braços e deixar esse vento me levar fisicamente para onde já estou em pensamento.

Não queria ir muito longe, não! Só até fugir dos barulhos do mundo, onde o único som é o do ar passando rapidamente por mim.

Lá em cima, só eu e o céu. Faria algumas acrobacias, um pouco de meditação (porque eu não só voaria, mas também flutuaria), mais algumas acrobacias... depois encararia a lua (que hoje mingua), daria uma observada rápida na paisagem (leia-se constatar a pequenez do mundo em relação à vastidão do Universo) e voltaria para a minha cama.

Dormir sonhando com as estrelas, embalada pela melodia do vento dançando entre as folhas...

Saturday, January 13, 2007

Cadê minha focinheira?

Durante o alvorecer de hoje, um gracioso passarinho veio à minha janela presentear-me com seus alegres trinados... e eu o imaginei explodindo. *ffffffffPOW!* o.O

"Tomara que esse Pássaro Morra!", pensei. (calma... foi da boca prá fora! não respondo por mim nessa época...)

Temo Pelos Mortais que Têm que Passar por Mim. Tenho Pena Mesmo. Todos Podem ser Machucados.

Ahn... acho que já deu para entender. =P

Friday, January 12, 2007

*começa a assoviar aí*

Here's a little song i wrote,
you might want to sing it note for note,
don't worry, be happy

in every life we have some trouble,
when you worry you make it double
don't worry, be happy

dont worry be happy now
dont worry be happy
dont worry be happy
dont worry be happy
dont worry be happy
aint got no place to lay your head,
somebody came and took your bed,
don't worry, be happy

the landlord say your rent is late,
he may have to litagate,
dont worry (small laugh) be happy,

look at me im happy,
don't worry, be happy

i give you my phone number,
when your worried, call me,
i make you happy

don't worry, be happy

aint got no cash, aint got no style,
aint got no gal to make you smile
but don't worry, be happy

cos when you worry, your face will frown,
and that will bring everybody down,
so don't worry, be happy

don't worry, be happy now...

don't worry, be happy
don't worry, be happy
don't worry, be happy
don't worry, be happy

now there this song i wrote
i hope you you learned it note for note
like good little children

dont worry be happy

listen to what i say
in your life expect some trouble
when you worry you make it double
dont worry be happy
be happy now

dont worry, be happy
dont worry, be happy
dont worry, be happy
dont worry, be happy
dont worry
dont worry be happy
don't worry, don't worry, don't do it,
be happy,put a smile on your face,
don't bring everybody down like this

don't worry, it will soon pass whatever it is,
don't worry, be happy,
i'm not worried



Aqui para o que der e vier, viu? =)

Friday, December 29, 2006

Aquelas coisas de final de ano

Já faz alguns anos (uns três, eu diria) que todo ano é cheio de novidades, perrengues, coisas estranhas/especiais/inusitadas acontecendo a todo momento, diferente daquela rotinazinha de todos os anos anteriores. Algumas vezes o ano não deu aquela sensação de estar realmente encerrado, como foi o caso do ano passado (aliás, aqui cabe um pedido de desculpas, porque eu prometi um 'feliz ano novo' quando o mesmo chegasse e ele chegou em julho e eu não falei), isso tornou 2005 mais comprido que lavoura de ferroviária e 2006 passou mais rápido que coice de porco!

Na verdade, entre 2005 e 2006 teve uma faixa de transição que foi de maio a julho, período de renovação pessoal. Foi nessa época que fiz minhas resoluções de ano novo. Nem é necessário dizer que não cumpri metade, né? Por outro lado (a outra metade?) até que fui firme nas minhas decisões e isso só me trouxe benefícios. Esse ano não aprendi coisa alguma, só reforcei conceitos sobre mim. E foi um ano de mudanças e diversos aspectos.

No começo do ano vi que não adianta: por mais que eu me esforce e tente levar adiante, quando algo não me faz feliz ou não corresponde às minhas expectativas eu chuto o balde mesmo. Em qualquer campo da minha vida.

Foi um ano em que chorei muito também. De tristeza, de raiva, de decepção, de angústia... mas também chorei de felicidade, de emoção. Chorei por ter tantos bons sentimentos aflorando e isso transbordou em lágrimas.

Falando em sentimentos, esse ano veio a confirmação de que eu não sou uma bobinha que se apaixona facilmente. A verdade é que eu sou uma mulher que não se importa de viver intensamente os sentimentos que lhe são despertados, não importa o risco do tombo. E como tomei tombo. Só que também fiz outros caírem, ao contrário do que vinha acontecendo, e vi que isso machuca quase tanto quanto cair.

Entra ano, sai ano, ainda fico espantada com a quantidade de pessoas que transitam na minha vida. São raríssimas as que ficam. E toda essa futilidade me irrita. Sou uma pessoa que gosta de criar vínculos (ah, é? e o que eles comem? =P), não dá para toda hora começar a cultivá-los e em seguida ter que esquecer deles. Infelizmente, creio que terei que começar a me acostumar, porque cada vez mais as pessoas têm agido assim... não sei, é um ponto a decidir ainda.

E por falar em decidir, dia desses um amigo perguntou sobre as minhas resoluções para o ano vindouro. Sem pestanejar respondi: "Viver!" Simples, não? Pois é, as coisas mais legais da vida continuam sendo as mais simples. ;)

Viver com simplicidade. Pronto, acabo de achar minha resolução de ano novo. ^_^ Não é tão fácil quanto parece, mas também não é tão difícil assim.

Por aqui me despeço... até ano que vem! Uma virada *daquelas" para todo mundo (todos os 3 que eu acho que visitam meu brógui), e que o ano que está a caminho seja mais feliz e tranqüilo de se viver. =)

Tuesday, December 26, 2006

Sem sentido

Alguém explica por que soltar fogos de artifício no Natal?

[Católica fake mode ON] Natal é para comemorar o nascimento de um bebê. Supostamente é um momento família, para meditar e bló bló bló. [/Católica fake mode OFF]

Sem contar que ODEIO fogos de artifício.



Anyways.... Feliz Natal! (antes tarde do que nunca, não é mesmo?) ;)

Friday, December 15, 2006

Monday, December 11, 2006

Vai entender...

A vida é tão simples e tão bonita em sua simplicidade... por que as pessoas teimam em complicá-la e achar tudo difícil e ruim de se viver?

Wednesday, December 06, 2006

Monday, November 27, 2006

*sigh* =)

A tendência é o "know-how" melhorar com o tempo e tornar tudo ainda mais legal... ;)

Em tempo: UÔU! ^_^

E que a semana passe voando...

Friday, November 17, 2006

The Beauty of Mistery

Não é raro gastarmos um bom tempo e energia tentando entender as pessoas. Como elas funcionam, o que passa em suas mentes... acho que grande parte dos seres humanos quer ter absoluto conhecimento de todos os mistérios alheios.

E aí perde a graça.

Será que olhar para o céu seria tão fascinante se conhecêssemos todos os seus mistérios?

"What makes the desert so lovely at night?
What makes the desert so lovely at night?
Millions of reasons.
Tell me just one.
At night the desert is hiding the sun."

Thursday, November 09, 2006

Filosofando, sempre. Sem nexo, sempre. (ou: O maior e mais estranho post)

Coisa de quem não tem o que fazer (ou até teria, mas se distrai muito fácil): dia desses reli esse blog desde o primeiro post. Isso. Esse blog chato. E sinceramente não consigo entender como tem gente que agüenta acompanhar (ou pelo menos parece acompanhar).

Até que não foi uma madrugada tão perdida assim. Dei muita risada com as besteiras que já escrevi, em outras partes me surpreendi com alguns textos que até parecem ser bons, mas fiquei principalmente concentrada em avaliar tudo que aconteceu nesses pouco mais de dois anos (sei que parece clichê de virada de ano chegando e tal, mas juro que não tem a ver).

Fiquei realmente surpresa ao detectar que cada vez mais as coisas acontecem com maior intensidade. E, infelizmente, mais rápido. Quanto mais algo me faz feliz, menos tende a durar. Quanto mais alguém se torna especial, mais rápido sai da minha vida. Claro... toda regra tem a sua exceção e isso sem dúvida se aplica aqui, mas essa constatação dá medo. Simplesmente porque tem muita coisa muito boa acontecendo.

Sem contar que eu recentemente olhei nuvens por ângulos diferentes dos quais estou acostumada e também vi um azul de céu que me deu vontade de chorar, tamanha a beleza... tudo isso me impulsiona a deixar de tentar não ver e explorar nuances em pessoas e situações por aí, recentes e não tão recentes assim...

Sentada ao mesmo tempo no divã olhando para o teto e na cadeira com o bloquinho na mão, começo a pensar em tudo que fiz, vivi, pessoas que passaram, ficaram, marcaram (ou pareciam que iam marcar), tento criar uma conexão com o presente, suas semelhanças e discrepâncias para tentar já agir preventivamente. Não para não cometer os mesmos erros, até mesmo porque alguns que cometi levaram a acertos incríveis, mas para não cometer as mesmas burrices, porque aí vira uma coisa imperdoável.

Falta vontade de comentar sobre meus erros. Estou com vontade de comentar só por alto o quão burra sou ao dar atenção demais para coisas que não mereceriam tanto e ignorar avisos que sempre pulam à minha frente com uma enorme placa que diz "não me ignore".

Muito mais recentemente do que qualquer um pode imaginar, vi dois desses avisos. E é lógico que escolhi ignorar. E é lógico que num futuro não tão distante assim pagarei por essa escolha. E é lógico que nesse mesmo dia lembrarei que sou muito burra. E que minhas escolhas não merecem perdão.

Eu já sabia, mas corri com toda a velocidade de cabeça contra a parede. Aliás, estou correndo. Imperdoavelmente burra.

Tuesday, October 31, 2006

Happy Halloween!



I put a spell on you...

Tuesday, October 24, 2006

Monday, October 23, 2006

Coisas estranhas acontecem ao meu redor

Walking After You
Foo Fighters

Tonight I'm tangled in my blanket of clouds
Dreaming aloud
Things just won't do without you, matter of fact
I'm on your back
I'm on your back
I'm on your back

If you walk out on me
I'm walking after you
If you walk out on me
I'm walking after you

If you'd accept surrender, I'll give up some more
Weren't you adored
I cannot be without you, matter of fact
I'm on your back
I'm on your back
I'm on your back

If you walk out on me
I'm walking after you
If you walk out on me
I'm walking after you

Another heart is cracked in two
I'm on your back

I cannot be without you, matter of fact
I'm on your back

If you walk out on me
I'm walking after you
If you walk out on me
I'm walking after you
If you walk out on me
I'm walking after you

Another heart is cracked in two¹
I'm on your back


¹At what expense?

Saturday, October 21, 2006

Fragmentos de Alcova

Texto de Lívia Santana e Júlio Cesar Soares


Ele: - Então, veja só, ultimamente eu ando achando que só preciso de você e de uma barra de chocolate, sabia?

Ela: - Hum... Um de cada vez ou tudo junto?

Ele: - Tudo junto. Eu, você e uma barra de chocolate...

Ela: - Cê sabe que chocolate não existe só em barra, né?

Ele: - Eu sei que, contigo, o que menos importa é como vem o chocolate, e o que mais me importa é como você vem. Como e quando...

Ele sorriu, pensando: "que seja o quanto antes".

Ela: - Ah, mas pro que eu tinha pensado importa e muito como vem o chocolate, sabe?

Ele: - E no que você tinha pensado?

Ela: - Em mudar de sólido pra líquido. Ou cremoso, pra ser mais exata...

Para bom entendedor, chocolate é cama.

Ele: - E eu queria falar algo sobre o quanto é melhor chocolate derretido para um corpo curvilíneo como o seu, mas tenho vergonha... Então digo que eu não tenho resposta para isso, mas tenho pensamentos infinitos sobre o mesmo tema...

Ela: - Eu também tenho, mas um deles é urgente: quem lava o lençol depois?

Thursday, October 19, 2006

Human drama 2

As diversas vozes na minha cabeça questionam demais, comparam demais, duvidam demais... seria bom num exercício de física ou matemática, mas meu coração odeia isso. ¬¬

E eu vou dormir. Talvez no mundo dos sonhos minhas vozes sosseguem um pouco.

Human drama

[/clichê mode ON] O ser humano nunca se contenta com o que tem... [/clichê mode OFF]

Nada pessoal =P

Tuesday, October 17, 2006

Sem muitas palavras ultimamente

O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
(...)

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer

(...)
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...


Trechos de "O amor, quando se revela...", Fernando Pessoa

Wednesday, September 27, 2006

Arrrr!!! (em homenagem ao dia 19/09)

You are The Cap'n!



Some men are born great, some achieve greatness and some slit the throats of any man that stands between them and the mantle of power. You never met a man you couldn't eviscerate. Not that mindless violence is the only avenue open to you - but why take an avenue when you have complete freeway access? You are the definitive Man of Action. You are James Bond in a blousy shirt and drawstring-fly pants. Your swash was buckled long ago and you have never been so sure of anything in your life as in your ability to bend everyone to your will. You will call anyone out and cut off their head if they show any sign of taking you on or backing down. You cannot be saddled with tedious underlings, but if one of your lieutenants shows an overly developed sense of ambition he may find more suitable accommodations in Davy Jones' locker. That is, of course, IF you notice him. You tend to be self absorbed - a weakness that may keep you from seeing enemies where they are and imagining them where they are not.




What's Yer Inner Pirate?
brought to you by The Official Talk Like A Pirate Web Site. Arrrrr!




My pirate name is:


Bloody Jenny Kidd



Every pirate lives for something different. For some, it's the open sea. For others (the masochists), it's the food. For you, it's definitely the fighting. Even though you're not always the traditional swaggering gallant, your steadiness and planning make you a fine, reliable pirate. Arr!

Get your own pirate name from piratequiz.com.
part of the fidius.org network

Tuesday, September 26, 2006

Sempre musical

Moonshine
(Kula Shaker)

Long lonely moonshine, cast your gaze upon the ground
So lost in my mind, lost in blue light all around

And I feel so unsure all the way
You and me at the end of the day

And my love, it feels like you have flowered
And now I know I'll never be the same


Long golden moon light, makes me feel like I belong
Lost in the evening, in this feeling nothing is wrong

But I feel so unsure all the way
You and me at the end of the day

And my love, it feels like you have flowered
And now I know I'll never be the same
And now I know I'll never be the same