Coisa de quem não tem o que fazer (ou até teria, mas se distrai muito fácil): dia desses reli esse blog desde o primeiro post. Isso. Esse blog chato. E sinceramente não consigo entender como tem gente que agüenta acompanhar (ou pelo menos parece acompanhar).
Até que não foi uma madrugada tão perdida assim. Dei muita risada com as besteiras que já escrevi, em outras partes me surpreendi com alguns textos que até parecem ser bons, mas fiquei principalmente concentrada em avaliar tudo que aconteceu nesses pouco mais de dois anos (sei que parece clichê de virada de ano chegando e tal, mas juro que não tem a ver).
Fiquei realmente surpresa ao detectar que cada vez mais as coisas acontecem com maior intensidade. E, infelizmente, mais rápido. Quanto mais algo me faz feliz, menos tende a durar. Quanto mais alguém se torna especial, mais rápido sai da minha vida. Claro... toda regra tem a sua exceção e isso sem dúvida se aplica aqui, mas essa constatação dá medo. Simplesmente porque tem muita coisa muito boa acontecendo.
Sem contar que eu recentemente olhei nuvens por ângulos diferentes dos quais estou acostumada e também vi um azul de céu que me deu vontade de chorar, tamanha a beleza... tudo isso me impulsiona a deixar de tentar não ver e explorar nuances em pessoas e situações por aí, recentes e não tão recentes assim...
Sentada ao mesmo tempo no divã olhando para o teto e na cadeira com o bloquinho na mão, começo a pensar em tudo que fiz, vivi, pessoas que passaram, ficaram, marcaram (ou pareciam que iam marcar), tento criar uma conexão com o presente, suas semelhanças e discrepâncias para tentar já agir preventivamente. Não para não cometer os mesmos erros, até mesmo porque alguns que cometi levaram a acertos incríveis, mas para não cometer as mesmas burrices, porque aí vira uma coisa imperdoável.
Falta vontade de comentar sobre meus erros. Estou com vontade de comentar só por alto o quão burra sou ao dar atenção demais para coisas que não mereceriam tanto e ignorar avisos que sempre pulam à minha frente com uma enorme placa que diz "não me ignore".
Muito mais recentemente do que qualquer um pode imaginar, vi dois desses avisos. E é lógico que escolhi ignorar. E é lógico que num futuro não tão distante assim pagarei por essa escolha. E é lógico que nesse mesmo dia lembrarei que sou muito burra. E que minhas escolhas não merecem perdão.
Eu já sabia, mas corri com toda a velocidade de cabeça contra a parede. Aliás, estou correndo. Imperdoavelmente burra.
Até que não foi uma madrugada tão perdida assim. Dei muita risada com as besteiras que já escrevi, em outras partes me surpreendi com alguns textos que até parecem ser bons, mas fiquei principalmente concentrada em avaliar tudo que aconteceu nesses pouco mais de dois anos (sei que parece clichê de virada de ano chegando e tal, mas juro que não tem a ver).
Fiquei realmente surpresa ao detectar que cada vez mais as coisas acontecem com maior intensidade. E, infelizmente, mais rápido. Quanto mais algo me faz feliz, menos tende a durar. Quanto mais alguém se torna especial, mais rápido sai da minha vida. Claro... toda regra tem a sua exceção e isso sem dúvida se aplica aqui, mas essa constatação dá medo. Simplesmente porque tem muita coisa muito boa acontecendo.
Sem contar que eu recentemente olhei nuvens por ângulos diferentes dos quais estou acostumada e também vi um azul de céu que me deu vontade de chorar, tamanha a beleza... tudo isso me impulsiona a deixar de tentar não ver e explorar nuances em pessoas e situações por aí, recentes e não tão recentes assim...
Sentada ao mesmo tempo no divã olhando para o teto e na cadeira com o bloquinho na mão, começo a pensar em tudo que fiz, vivi, pessoas que passaram, ficaram, marcaram (ou pareciam que iam marcar), tento criar uma conexão com o presente, suas semelhanças e discrepâncias para tentar já agir preventivamente. Não para não cometer os mesmos erros, até mesmo porque alguns que cometi levaram a acertos incríveis, mas para não cometer as mesmas burrices, porque aí vira uma coisa imperdoável.
Falta vontade de comentar sobre meus erros. Estou com vontade de comentar só por alto o quão burra sou ao dar atenção demais para coisas que não mereceriam tanto e ignorar avisos que sempre pulam à minha frente com uma enorme placa que diz "não me ignore".
Muito mais recentemente do que qualquer um pode imaginar, vi dois desses avisos. E é lógico que escolhi ignorar. E é lógico que num futuro não tão distante assim pagarei por essa escolha. E é lógico que nesse mesmo dia lembrarei que sou muito burra. E que minhas escolhas não merecem perdão.
Eu já sabia, mas corri com toda a velocidade de cabeça contra a parede. Aliás, estou correndo. Imperdoavelmente burra.
1 comment:
Deveras intrigante esse seu post... ¬¬
Queria poder entender melhor, seja pra tentar ajudar ou simplesmente saber o q se passa na sua cabeça...
Pensando... já q pelo jeito vai ser difícil fazer vc parar de correr (parece estar com forte convição), tenho pouco tempo pra descobrir qual o melhor jeito de derrubar uma parede!
(tá, amendoim é um dos ingredientes pra dinamite... já é um começo!)
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