(atrasado? naaaah...)
http://www.youtube.com/watch?v=wskT6YfVB6E
Monday, December 31, 2007
Feliz Natal etc. e tal...
pensamento de
Jo
às
2:32 PM
1 comentários
Thursday, December 20, 2007
Fala aí, Luis...
A Pessoa Errada
Pensando bem
Em tudo o que a gente vê, e vivencia
E ouve e pensa
Não existe uma pessoa certa pra gente
Existe uma pessoa
Que se você for parar pra pensar
É na verdade, a pessoa errada
Porque a pessoa certa
Faz tudo certinho
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Ai é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça.
Fazer loucuras
Perder a hora
Morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é pra na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada é, na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar
Mas uma hora depois enxugará suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono
Mas vai te dar em troca uma noite inesquecível
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te encher de mimos pedindo teu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você.
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver
Cada momento
Cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, se emocionando, pensando, agindo
querendo, conseguindo
E só assim
É possível chegar àquele momento do dia
Em que a gente diz Graças a Deus deu tudo certo.
Quando na verdade
Tudo o que Ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito
pra gente...
(Luis Fernando Veríssimo)
Pensando bem
Em tudo o que a gente vê, e vivencia
E ouve e pensa
Não existe uma pessoa certa pra gente
Existe uma pessoa
Que se você for parar pra pensar
É na verdade, a pessoa errada
Porque a pessoa certa
Faz tudo certinho
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Ai é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça.
Fazer loucuras
Perder a hora
Morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é pra na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada é, na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar
Mas uma hora depois enxugará suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono
Mas vai te dar em troca uma noite inesquecível
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te encher de mimos pedindo teu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você.
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver
Cada momento
Cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, se emocionando, pensando, agindo
querendo, conseguindo
E só assim
É possível chegar àquele momento do dia
Em que a gente diz Graças a Deus deu tudo certo.
Quando na verdade
Tudo o que Ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito
pra gente...
(Luis Fernando Veríssimo)
pensamento de
Jo
às
2:50 PM
1 comentários
Wednesday, December 19, 2007
As pessoas são estranhas...
Tá, eu sei que isso não é novidade para ninguém. São estranhas em variados aspectos e bló... Mas o que me fez confirmar esse pensamento é algo que vem acontecendo comigo há... acho que desde sempre. E eu arriscaria dizer que acontece com todo mundo.
Funciona assim: você conhece alguém. O próximo passo óbvio é conversar (para se conhecer mais ou só para jogar conversa fora mesmo). Qual é o tom adotado com pessoas com as quais não somos tão íntimos? Normalmente polido, com um humor leve... inclusive quando estamos com a cabeça explodindo de problemas e/ou preocupações. Até usamos isso para criar um assunto, pacientemente explicamos (dependendo, até fazemos 'manha'), pacientemente ouvimos conselhos e o papo, ainda assim, continua com aquela polidez, bom humor.
Alguém consegue me dar uma explicação clara, coerente e convincente do porquê desse cenário mudar quando as pessoas se tornam mais íntimas?
Quando as pessoas têm um vínculo maior (pais/filhos, namorados, irmãos, amigos mais próximos), parece que automaticamente ganham o "direito" de serem desnecessariamente grossas, de se tratarem com frieza, de por vezes ignorarem a presença e, o mais grave, aqueles sentimentos tão queridos entre elas.
O que elas não percebem é que, quanto mais elas agem desse jeito (e acredite, com o tempo elas agem cada vez mais assim), mais elas pisoteam aqueles bons sentimentos que demoraram tanto para serem cultivados. E o processo de destruição é muito mais rápido.
Dói tanto ver aquela pessoa querida maltratando você gratuitamente e, ao mesmo tempo, sendo tão dócil com estranhos...
Eu sei que a vida está além do nosso entendimento e que deveríamos simplesmente viver sem nos preocupar com as profundidades dos assuntos desse tipo, mas atitudes como essa mereciam ser explicadas... pelo bem dos pobres e surrados corações.
Se bem que, neste exato momento no qual eu me preparava para finalizar esse post, acabou de surgir um palpite: as pessoas agem assim porque, a partir do momento em que aqueles sentimentos que mencionei são cultivados/atingidos/whatever, elas se sentem livres/confortáveis para tirarem suas máscaras e simplesmente serem elas mesmas. Quase como se estivessem sozinhas.
Sabe quando você está revoltado com o planeta, se joga na cama, xinga todo mundo e fica quieto, tentando esvaziar a cabeça?
É... não sei se é isso, mas por enquanto é um pensamento válido e semi-reconfortante.
Mas não elimina a dor de ser maltratada. E não justifica a falta de respeito.
Funciona assim: você conhece alguém. O próximo passo óbvio é conversar (para se conhecer mais ou só para jogar conversa fora mesmo). Qual é o tom adotado com pessoas com as quais não somos tão íntimos? Normalmente polido, com um humor leve... inclusive quando estamos com a cabeça explodindo de problemas e/ou preocupações. Até usamos isso para criar um assunto, pacientemente explicamos (dependendo, até fazemos 'manha'), pacientemente ouvimos conselhos e o papo, ainda assim, continua com aquela polidez, bom humor.
Alguém consegue me dar uma explicação clara, coerente e convincente do porquê desse cenário mudar quando as pessoas se tornam mais íntimas?
Quando as pessoas têm um vínculo maior (pais/filhos, namorados, irmãos, amigos mais próximos), parece que automaticamente ganham o "direito" de serem desnecessariamente grossas, de se tratarem com frieza, de por vezes ignorarem a presença e, o mais grave, aqueles sentimentos tão queridos entre elas.
O que elas não percebem é que, quanto mais elas agem desse jeito (e acredite, com o tempo elas agem cada vez mais assim), mais elas pisoteam aqueles bons sentimentos que demoraram tanto para serem cultivados. E o processo de destruição é muito mais rápido.
Dói tanto ver aquela pessoa querida maltratando você gratuitamente e, ao mesmo tempo, sendo tão dócil com estranhos...
Eu sei que a vida está além do nosso entendimento e que deveríamos simplesmente viver sem nos preocupar com as profundidades dos assuntos desse tipo, mas atitudes como essa mereciam ser explicadas... pelo bem dos pobres e surrados corações.
Se bem que, neste exato momento no qual eu me preparava para finalizar esse post, acabou de surgir um palpite: as pessoas agem assim porque, a partir do momento em que aqueles sentimentos que mencionei são cultivados/atingidos/whatever, elas se sentem livres/confortáveis para tirarem suas máscaras e simplesmente serem elas mesmas. Quase como se estivessem sozinhas.
Sabe quando você está revoltado com o planeta, se joga na cama, xinga todo mundo e fica quieto, tentando esvaziar a cabeça?
É... não sei se é isso, mas por enquanto é um pensamento válido e semi-reconfortante.
Mas não elimina a dor de ser maltratada. E não justifica a falta de respeito.
pensamento de
Jo
às
11:12 AM
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