Já faz alguns anos (uns três, eu diria) que todo ano é cheio de novidades, perrengues, coisas estranhas/especiais/inusitadas acontecendo a todo momento, diferente daquela rotinazinha de todos os anos anteriores. Algumas vezes o ano não deu aquela sensação de estar realmente encerrado, como foi o caso do ano passado (aliás, aqui cabe um pedido de desculpas, porque eu prometi um 'feliz ano novo' quando o mesmo chegasse e ele chegou em julho e eu não falei), isso tornou 2005 mais comprido que lavoura de ferroviária e 2006 passou mais rápido que coice de porco!
Na verdade, entre 2005 e 2006 teve uma faixa de transição que foi de maio a julho, período de renovação pessoal. Foi nessa época que fiz minhas resoluções de ano novo. Nem é necessário dizer que não cumpri metade, né? Por outro lado (a outra metade?) até que fui firme nas minhas decisões e isso só me trouxe benefícios. Esse ano não aprendi coisa alguma, só reforcei conceitos sobre mim. E foi um ano de mudanças e diversos aspectos.
No começo do ano vi que não adianta: por mais que eu me esforce e tente levar adiante, quando algo não me faz feliz ou não corresponde às minhas expectativas eu chuto o balde mesmo. Em qualquer campo da minha vida.
Foi um ano em que chorei muito também. De tristeza, de raiva, de decepção, de angústia... mas também chorei de felicidade, de emoção. Chorei por ter tantos bons sentimentos aflorando e isso transbordou em lágrimas.
Falando em sentimentos, esse ano veio a confirmação de que eu não sou uma bobinha que se apaixona facilmente. A verdade é que eu sou uma mulher que não se importa de viver intensamente os sentimentos que lhe são despertados, não importa o risco do tombo. E como tomei tombo. Só que também fiz outros caírem, ao contrário do que vinha acontecendo, e vi que isso machuca quase tanto quanto cair.
Entra ano, sai ano, ainda fico espantada com a quantidade de pessoas que transitam na minha vida. São raríssimas as que ficam. E toda essa futilidade me irrita. Sou uma pessoa que gosta de criar vínculos (ah, é? e o que eles comem? =P), não dá para toda hora começar a cultivá-los e em seguida ter que esquecer deles. Infelizmente, creio que terei que começar a me acostumar, porque cada vez mais as pessoas têm agido assim... não sei, é um ponto a decidir ainda.
E por falar em decidir, dia desses um amigo perguntou sobre as minhas resoluções para o ano vindouro. Sem pestanejar respondi: "Viver!" Simples, não? Pois é, as coisas mais legais da vida continuam sendo as mais simples. ;)
Viver com simplicidade. Pronto, acabo de achar minha resolução de ano novo. ^_^ Não é tão fácil quanto parece, mas também não é tão difícil assim.
Por aqui me despeço... até ano que vem! Uma virada *daquelas" para todo mundo (todos os 3 que eu acho que visitam meu brógui), e que o ano que está a caminho seja mais feliz e tranqüilo de se viver. =)
Na verdade, entre 2005 e 2006 teve uma faixa de transição que foi de maio a julho, período de renovação pessoal. Foi nessa época que fiz minhas resoluções de ano novo. Nem é necessário dizer que não cumpri metade, né? Por outro lado (a outra metade?) até que fui firme nas minhas decisões e isso só me trouxe benefícios. Esse ano não aprendi coisa alguma, só reforcei conceitos sobre mim. E foi um ano de mudanças e diversos aspectos.
No começo do ano vi que não adianta: por mais que eu me esforce e tente levar adiante, quando algo não me faz feliz ou não corresponde às minhas expectativas eu chuto o balde mesmo. Em qualquer campo da minha vida.
Foi um ano em que chorei muito também. De tristeza, de raiva, de decepção, de angústia... mas também chorei de felicidade, de emoção. Chorei por ter tantos bons sentimentos aflorando e isso transbordou em lágrimas.
Falando em sentimentos, esse ano veio a confirmação de que eu não sou uma bobinha que se apaixona facilmente. A verdade é que eu sou uma mulher que não se importa de viver intensamente os sentimentos que lhe são despertados, não importa o risco do tombo. E como tomei tombo. Só que também fiz outros caírem, ao contrário do que vinha acontecendo, e vi que isso machuca quase tanto quanto cair.
Entra ano, sai ano, ainda fico espantada com a quantidade de pessoas que transitam na minha vida. São raríssimas as que ficam. E toda essa futilidade me irrita. Sou uma pessoa que gosta de criar vínculos (ah, é? e o que eles comem? =P), não dá para toda hora começar a cultivá-los e em seguida ter que esquecer deles. Infelizmente, creio que terei que começar a me acostumar, porque cada vez mais as pessoas têm agido assim... não sei, é um ponto a decidir ainda.
E por falar em decidir, dia desses um amigo perguntou sobre as minhas resoluções para o ano vindouro. Sem pestanejar respondi: "Viver!" Simples, não? Pois é, as coisas mais legais da vida continuam sendo as mais simples. ;)
Viver com simplicidade. Pronto, acabo de achar minha resolução de ano novo. ^_^ Não é tão fácil quanto parece, mas também não é tão difícil assim.
Por aqui me despeço... até ano que vem! Uma virada *daquelas" para todo mundo (todos os 3 que eu acho que visitam meu brógui), e que o ano que está a caminho seja mais feliz e tranqüilo de se viver. =)
1 comment:
Feliz Novo Ano Novo..kkk
engraçado né, todo mundo entra na onda de refazer, rearrumar, reavaliar...e tudo se renova todo ano novo....
kkk
Jo,
fui viajar este final de ano e pensei muitão, e precisamos conversar porque preciso ressuscitar Bárbara e Fernando originais...topa? serião....
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