Thursday, June 18, 2015

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Tantas coisas importantes para falar para tantas pessoas importantes...

Entre não conseguir concatenar direito os pensamentos, aguardar o momento ideal, esquecimento (as coisas são importantes, mas minha memória não colabora -__-)... os dias passam e se transformam em semanas, meses, anos...

E o que prevalece é a ausência das conversas que eu gostaria de ter, e que - muito provavelmente - nunca conseguirei, pois nesse silêncio as pessoas se afastam.

Como explicar que meu sumiço é uma tentativa de captar o momento certo, amalgamar as palavras exatas, manter imaculada a lembrança dos bons momentos? Quando sumo, ninguém sabe o que se passa na minha cabeça. O que fica é a ausência, o silêncio. E isso magoa. E afasta ainda mais.

Como esclarecer que as pentelhações gratuitas e exageradas são uma forma desesperada e falha de tentar deixar clara a importância da pessoa, que minha vida desmoronaria sem ela (reconstruções são difíceis, não?), que o amor é tanto que bloqueia palavras?

Tenho centenas de rascunhos de cartas, todos eles na minha cabeça. Talvez fosse interessante começar a colocá-los no papel, para depois passarem de rascunhos a cartas reais e, quem sabe, até serem entregues!

Quem sabe...


Monday, June 01, 2015

Aff.

Ai, como pessoa com depressão é chata, né?

Você convida pra um monte de coisa legal e ela fura todos os convites. Só quer saber de ficar deitada o dia inteiro. Ai, que chata.

Você fala um bom dia super animado e conta um monte de coisa bacana e ela mal consegue falar um oi direito. Dá um sorrisinho pelo menos, credo.
Ai, que chata.

Você dá um monte de dica para ela ficar mais felizinha e parece que ela nem se mexe. 'Bora pensar positivo, né, gente? Que má vontade. Ai, que chata.


É... que chatice.