Tuesday, February 27, 2007

Pensamentos aleatórios...

Às vezes a vida dá muitas informações para pensar a respeito, todas ao mesmo tempo e de relevância variável. E ela não dá opção: ou analisamos tudo, ou então ficamos estagnados... e, com absoluta certeza, não será numa posição muito confortável.

Colocar em ordem pensamentos, acertar o passo, reorganizar o cotidiano, abraçar novas responsabilidades, se engajar em novas atividades... tudo é despejado sobre nossas cabeças sem que possamos sequer argumentar (afinal, é a vida e com ela não se conversa) e, muitas vezes, contra a nossa vontade.

Nada que um pouco de coragem e vontade de seguir em frente não resolva... mas não é sempre que conseguimos juntar forças após receber seguidos golpes. Minto. É sempre sim, só demora um pouco mais do que das outras vezes para se recuperar.

E vamos lá. De cabeça erguida.

Thursday, February 08, 2007

Complementando ^_^

Fazendo história

Como seria o começo de uma verdadeira história de amor? Daquelas de amor sincero e recíproco, quase coisa de filme, mas real? Vamos ver...

"Era uma vez no Jardim de Infância..."
Não... parece que daqui a pouco entra um policial grandão na história e aí acaba o romance...

"Era uma vez no escurinho do cinema..."
Hmm... nem. Muito comum.

"Era uma vez num vagão de trem vomitado..."
*hahahahaha* Bom começo de história! Essa vai longe com certeza! Mas é roteiro de comédia... ainda não é o que procuro.

"Era uma vez num banco de shopping..."
Despretensioso. Pode até ser que dure um pouco, mas não é nada de mais.

"Era uma vez uma madrugada no McDonald's..."
Não... muito trabalho para manter. Olha o tamanho do 'merchan'! Coisa de pessoas populares... Quero uma história simples e real.

"Era uma vez na entrada de um show..."
Animadinho... acho que até poderia ir para frente, mas falta profundidade...

"Era uma vez num apartamento desconhecido..."
Misterioso... está mais com cara de thriller do que romance. Que medo! Next!

Hm.... acho que... ACHEI!!!
"Era uma vez sob as estrelas..."
Agora sim! Uma história de verdade! Com direito a sonhos se tornando realidade e tudo!

E quando ficarmos bem velhinhos...


Viu a fitinha no tornozelo??? *hehehehehe*

Friday, February 02, 2007

Lido à dois fica mais legal ainda ^_^

texto de Drauzio Varela

Qual a Definição mais simples e exata sobre o sentido de mantermos uma relação?

"Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil."

Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom, e merece ser desenvolvido.

Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração. Uma armadilha.

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo, enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio, sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é de cara lavada uma pessoa bonita a seu modo.

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro, quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.