Thursday, December 30, 2010

Me abraça? Me abraça de novo?

Sim. Isso já foi postado aqui.







Clique no link e me dá um abraço!!
Por enquanto já me deram:


*ABRAÇOS* NO TOTAL!
dê mais *ABRAÇOS* na Joaninha

"Se te disserem que nada é pra sempre"

Eu espero que você fique bem
E que consiga o que tentar, conquistar
Que você tenha bons motivos pra rir
E um ombro pra se precisar chorar"
~Unidade Imaginária in "Montes Claros"


"Que o seu ano que vem seja recheado de magia e sonho e loucuras boas. Espero que você leia alguns bons livros e beije alguém que ache que você é maravilhoso, e não se esqueça de fazer arte -- escreva ou desenhe ou construa ou cante ou viva como somente você pode. E espero que, em algum momento do ano que vem, você se surpreenda."
~Neil Gaiman


Que no ano vindouro você seja mais feliz que nesse ano que se encerra...


Keep walking. ;)


PS: E que você lembre de beber água. Faz bem.

Saturday, December 18, 2010

Antagonismos

Pensar em você me traz dor e felicidade.

Uma, pelo buraco que se formou na minha vida com a sua ausência.

A outra, pela lembrança dos momentos que vivemos. As conversas, as risadas, os carinhos, os passeios, os olhares, os sorrisos, e outras incontáveis sutilezas que fizeram o tempo que passamos juntos ser o mais especial que já vivi.

O combinado é cada um seguir seu caminho, mas ainda assim pergunto-me com freqüência o que poderia ter sido e será que um dia poderá ser? Independentemente de tudo isso, tenha certeza que para sempre terá um cantinho no meu coração e memória. Só seu. Só nosso.

Do fundo da minha alma, amo você. Muito mais do que imaginava.

Cuide-se.... e até!

Tuesday, December 14, 2010

Pedido...

Querido Papai Noel,

Neste Natal quero um laptop/notebook/netobook/desktop/similar, para - entre muitas outras coisas - tentar trazer este blog de volta à vida.

Até que não fui tão má esse ano. Acho.


Muito obrigada,
Jo - que, assim como todos, acredita quando lhe convém.

Monday, August 03, 2009

Atualizando...

Tá, eu sei que colocar fotos, quadrinhos e letras de música não contam como "atualização do blog", mas serve como lembrete para dizer que ainda não abandonei esse espaço.

Não vou culpar, como sempre, a corrida vida diária. Essa, coitada, está sempre lá - cada vez mais atribulada - e quem tem que se adaptar sou eu. Tanta gente faz muito mais coisa e sempre encontra uma janelinha... sinto até vergonha de continuar usando essa desculpa.

Ultimamente tem é me faltado paciência de sentar à frente do computador e conversar com o blog, como eu costumava fazer. Contar como estão as coisas, compartilhar meus pensamentos, falar abobrinhas e besteiras em geral.

Aliás, tenho estado sem paciência de conversar. E isso é muito grave.

Tenho deixado de prestar tanta atenção quanto costumava prestar quando alguém vem me contar algo e tenho estado sem paciência para desenvolver respostas e continuações para conversas. Sem contar que muitas vezes não consigo fazê-lo, simplesmente por não ter prestado atenção. Então fico monossilábica e "concordina". Longos silêncios têm sido freqüentes.

Que horror!

Nem tinha parado para avaliar que eu ando tão ruim de papo assim. Isso é para eu me mostrar quanta falta faz essa pequenina pausa de tempos em tempos (não necessariamente para escrever no blog, mas para me ouvir). Que não organizar meu barulho interno afeta a convivência com o mundo.

Muita coisa começa a fazer sentido. De uns tempos para cá me vi em posições absurdas, interpretando papéis totalmente diferentes dos que estou acostumada a viver. Típico caso de "eu não tenho sido mais eu mesma".

Que oxímoro... estou cada vez mais "emimesmada", porém me afasto cada vez mais de mim.

Para onde será que fui e para onde será que estou indo?

Tuesday, July 21, 2009

Monday, July 13, 2009

13/07! \m/


Eu sei que é rOck'n roll, mas...


Friday, June 26, 2009

Gone Too Soon

Wednesday, June 10, 2009

It doesn't matter how hard you've worked or how well you've done your job. In the end only your failures are going to be taken into account.

So many things boiling up in this old melt pot o' mine called brain... but I think this pretty much sums it up.

Wednesday, April 01, 2009

Querido diário...

Há mais de 15 anos tenho diário. Ou tento manter um.

No começo era algo bem metódico. Ganhei a agenda no Natal e dia 1º de janeiro lá estava eu com a caneta em riste para narrar fielmente meus passos. O que uma criança de 10 anos em férias tanto tinha para escrever?

"Hoje eu acordei, fui para a piscina, almocei, andei de bicicleta, joguei videogame, agora estou escrevendo e depois vou dormir. Ah! Minha prima está passando as férias comigo! Ela é muito legal!"

Não lembro direito, mas sei que girava em torno disso. E a preguiça me impede de ir desenterrar a caixa com os meus diários para que eu possa fazer uma transcrição mais fiel. É, guardo todos. Desde o primeiro (regrado, com páginas cheias de nada útil e papéis de bala e picolé) até o último (agenda mais sóbria e com, no máximo, uns cinco dias com sentimentos vomitados).

O que me motivou a ter diário naqueles tempos é um grande mistério. Teve uma época em que achava útil manter esse hábito para, muitos anos depois, alguém ter material para fazer uma biografia sobre mim (fase umbiguenta). Um ano minha agenda foi cheia de códigos e revoltas e segredos e clipes coloridos (96, se não me engano - recém entrada no colegial). Depois meu objetivo era ter memórias, para quando/se eu tiver Alzheimer (fase cautelosa/hipocondríaca).

De uns tempos para cá já virou teimosia. Apesar de falhar miseravelmente em diariamente separar uns minutos para escrever, ainda continuo tendo agendas, ainda as carrego comigo o tempo todo (hábito adquirido quando minha dulcíssima progenitora resolveu bisbilhotar o meu dia-a-dia) e - muito esporadicamente - ainda escrevo.

Este ano escrevi uma vez, só. Claro que já inventei um monte de desculpas. Como denunciei, porém, são inventadas. Não há motivos para eu não atualizar meu diário. Assim como não há motivos para eu TER um diário.

Pelo sim e pelo não, minha agenda está na bolsa.

Monday, March 16, 2009

Sunday, Bloody Sunday

Se houver um, qual é o limite de uma amizade?

Amigo sempre perdoa. Porém raramente tem que fazê-lo, pois entre amigos há respeito e isso os impede de ter atitudes que necessitem ser perdoadas.

Se houver um, qual é o sentido de uma amizade?

Amigo compreende. Não precisa concordar, mas apóia. Cala quando necessário e fala quando dá vontade. Está lá, mesmo quando não é possível comparecer fisicamente.

Se houver um, qual é o preço de uma amizade?

Amigo simplesmente o é. Nada é exigido em troca e essa é uma das características que faz com que seja tão bom ser e ter um amigo.

Se houver um, qual é o tempo de uma amizade?

Amigo é atemporal. Não existe uma data de começo, nem uma de fim. Afastamentos acontecem pelos mais variados motivos, mas um amigo nunca deixa de ser um amigo.

Thursday, October 09, 2008

Escrito em 02/06/08

É muito fácil e agradável passear por caminhos limpos e estradas bem asfaltadas. Chega a ser conveniente: não suja o sapato, não estraga a suspensão do carro... Mas depois de um tempo acaba ficando entediante. Começamos a desejar uma pedrinha no meio do caminho ou um buraco para desviar (ou, de repente, para cair nele)... uma emoçãozinha qualquer que faça o coração bater em ritmo diferente ou que dispare alguma atividade cerebral fora do padrão.

No entanto, quando os obstáculos começam a aparecer de verdade, é comum surgir junto com eles o medo de enfrentá-los. E aí dá uma vontade louca de abandonar tudo e voltar para o caminho tranqüilo. Ou de, pelo menos, ter uma companhia para ajudar a limpar o caminho, rir dos tombos e, principalmente, ajudar a levantar (e/ou a não cair).

Pessoas dispotas a caminhar com você independente das condições do caminho são espécies em extinção. Não ignore ou afaste uma quando a vir.

Wednesday, September 03, 2008

Possibilidades

Eu poderia escrever sobre como os dias são curtos para fazer tudo que preciso ou, mais importante, quero.

Eu poderia escrever sobre o amor e todos os seus maravilhosos efeitos sobre mim.

Eu poderia escrever sobre conflitos, angústias e dias tristes e sombrios que parecem nunca acabar.

Eu poderia escrever sobre a possibilidade de estar bem apesar de tudo e todos à minha volta.

Eu poderia escrever sobre a incomensurável e inestimável importância que algumas pessoas têm na minha vida.

Eu poderia escrever sobre a tormentosa falta que essas tais pessoas fazem e sobre como fico chateada em não conseguir fazer mais para e por elas.

Eu poderia escrever sobre o quão útil o Capitalismo é, mas como esse sistema do mal me descapitaliza constantemente e o meu desconforto diário frente a isso.

Eu poderia escrever sobre o quão emputecida fico com a falsidade do mundo ou com a vontade que o povo tem de tirar vantagem de tudo e de todos em toda e qualquer situação.

Eu poderia escrever sobre o que eu poderia escrever, mas nem isso seria novidade (nem no mundo literário e tampouco no meu cotidiano).


Balanço geral: bem, mas com ressalvas.

Tuesday, April 08, 2008

Suspirando pela janela...

E é na ausência que a importância da presença se torna tão clara...
E é na ausência que aquele espaço vazio fica tão nítido...
E é na ausência que o frio toma conta do calor que já esteve lá...
E é na ausência que tudo que sobra é o silêncio, gritando constantemente...
E é na ausência que a escuridão realça o brilho do sorriso guardado na retina...

E é na ausência que o coração claustrofóbico sofre, quando fica apertadinho com tanta saudade...

Friday, March 07, 2008

Conclusão...

Adendo...

§ 8º - A inobservância do disposto no § 6º deste artigo sujeitará o infrator à multa de 160 BTN, por trabalhador, bem assim ao pagamento da multa a favor do empregado, em valor equivalente ao seu salário, devidamente corrigido pelo índice de variação do BTN, salvo quando, comprovadamente, o trabalhador der causa à mora. (Parágrafo incluído pela Lei nº 7.855, de 24.10.1989)

Explicando post anterior...

§ 6º - O pagamento das parcelas constantes do instrumento de rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado nos seguintes prazos: (Parágrafo incluído pela Lei nº 7.855, de 24.10.1989)

a) até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato; ou

b) até o décimo dia, contado da data da notificação da demissão, quando da ausência do aviso prévio, indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento.

Nothing personal...

Thursday, February 14, 2008

Friday, February 08, 2008

Não lembro...

Dia desses ouvi uma criança chorar na rua e notei o quão visceralmente ela o fazia. Aparentemente estava inteira, mas chorava como se houvesse perdido um membro, quando provavelmente só havia sido contrariada.

Havia muita sinceridade e espontaneidade em seu choro, coisa que "gente grande" esquece de usar. Esse episódio fez com que eu colocasse a minha (fraquinha) memória para funcionar: tentei lembrar qual foi a época em que fui deixando de ser criança... não consegui.

Não lembro quando foi a primeira vez que tive que brincar escondido, pois brincar era coisa de criança.

Não lembro quando foi a primeira vez que me importei com o que os outros pensam sobre mim.

Não lembro quando foi a primeira vez que silenciei um choro.

Não lembro quando foi a primeira vez que vesti a máscara da hipocrisia e suprimi um "não gosto disso", só para agradar.

Não lembro quando foi a primeira vez que olhei para o mundo e me entristeci com a sua dor.

Não lembro quando foi a primeira vez que as situações tentaram me mostrar que o número de pessoas confiáveis existentes é enormemente menor do que eu gostaria.

Saudade da leveza de simplesmente viver... e de viver simplesmente.

Monday, January 28, 2008

Já diria o sábio A.D. Zhivo

"A inveja é uma merda."

Monday, January 21, 2008

Amor Incondicional

É texto antigo e breguinha, mas eu acho bonitinho, dá licença? =P

Um dia, um velhinho foi a uma de suas consultas periódicas ao médico, só que desta vez ele estava apressado.
O médico então lhe perguntou:
- Por que a pressa?

O velhinho respondeu:

- Todos os dias neste horário vou visitar minha esposa que está num asilo.

E o médico comentou:

- Que bacana! Então vcs matam as saudades, batem papo, namoram um pouquinho!!

Então o velhinho explica:

- Não! Ela não me reconhece mais, por causa de sua doença.

O médico, surpreso, pergunta:

- Mas pq então tanta pressa para vê-la, já que não o reconhece mais?

E com um sorriso no rosto, o velhinho responde:

- Mas eu a reconheço! Eu sei quem ela é e o que representa na minha vida há tantos anos. Por isso todos os dias eu a reconquisto, como se cada conquista fosse única e verdadeira.

Monday, January 14, 2008

"Nossa! Que dia feio que ficou!"

Acertei em cheio quando disse isso após a chuva torrencial de verão que despencou sábado. Se foi uma premonição ou uma inocente coincidência, nunca saberei... mas o dia realmente ficou feio.

Impressionante como a precepção do tempo varia de acordo com a luz que jogamos sobre o mesmo. (Chame do que quiser... até mesmo de Teoria da Relatividade, se mais lhe aprouver. Recuso-me a usar aquela frase generalizadora. Tá muito gasta! =P)

Durante 25 anos, fui me desenvolvendo(?) para ficar do jeito que estou e ter conquistado... nada. Só que o post, hoje, não é sobre mim, mas sim sobre as percepções supracitadas.

Durante o mesmo período de tempo, duas pessoas se encontraram, conheceram, se apaixonaram, criaram quatro (maravilhosas) sementes para o futuro e construíram um castelo... mas o tempo (esse vilão!) incumbiu-se de ir abalando as estruturas, derrubando um reboco aqui e outro do outro lado, até que não teve mais jeito e o castelo sucumbiu. E ninguém quer mais brincar de reconstruir e mantê-lo.

Enxergo toda a situação como se fosse um cenário pós erupção vulcânica: fica uma bagunça, aquela estragaria, muitos saem machucados, todo mundo fica triste e abalado... mas tudo que existiu ainda está lá embaixo da lava que esfria e, um dia, o tempo (esse sábio!) encarregar-se-á de restaurar a paisagem.

É mais do que óbvio que nunca virá a ser igual. A capacidade de reestabelecimento do equilíbrio, porém, é real.


Hm... claro que vi a explosão de longe e tudo que me atingiu foi poeira/cinzas. Até que dá para limpar bem facilmente. Mas prometo dar abrigo, ajudar a vasculhar os escombros, acompanhar o crescimento da nova vegetação... e sei que nem terei que apontar o quão bem tudo se recuperou.


A paz já estará estabelecida.

Tuesday, January 08, 2008

Cadê a minha Super-Cola?

Queria conseguir consertar o mundo.

Tudo bem, não vou exagerar. Comecemos com algo menor, porém muito mais importante: os problemas das pessoas que me são caras... e os meus videogames antigos. =P

Parece que tudo está ruindo. Desde os planos a curto prazo até relacionamentos de longa data. Todos os tiros saindo pela culatra e machucando quem não merece. E eu assistindo sem saber o que fazer... até mesmo por não ter o que eu possa fazer. Depois de certo ponto tudo que me cabe é simplesmente assistir... com o coração na mão. =/

Sofrendo, esperneando, chorando e ficando triste pelos outros. E garanto que tem gente que nem sabe/percebe.

Solidariedade! ;)

Monday, January 07, 2008

Simples e direto.

Que 2008 não deixe saudade de 2007. ;)

Friday, January 04, 2008

*aiai* =D

"(...) o imprescindível em qualquer relacionamento, da profundidade que for, é a emoção. A capacidade de olhar pro outro e sentir enternecimento, apesar de ele ter deixado a toalha molhada em cima da cama, apesar dela não tirar os cabelos do sabonete. O que conta mesmo, no fim das contas, é a intimidade, o carinho e a admiração. O resto é resto."


~ roub... ahn, emprestado de Lívia Santana (http://bundafurada.blogspot.com/)

Monday, December 31, 2007

Feliz Natal etc. e tal...

(atrasado? naaaah...)

http://www.youtube.com/watch?v=wskT6YfVB6E

Thursday, December 20, 2007

Fala aí, Luis...

A Pessoa Errada

Pensando bem
Em tudo o que a gente vê, e vivencia
E ouve e pensa
Não existe uma pessoa certa pra gente
Existe uma pessoa
Que se você for parar pra pensar
É na verdade, a pessoa errada
Porque a pessoa certa
Faz tudo certinho
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Ai é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça.
Fazer loucuras
Perder a hora
Morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é pra na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada é, na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar
Mas uma hora depois enxugará suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono
Mas vai te dar em troca uma noite inesquecível
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te encher de mimos pedindo teu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você.
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver
Cada momento
Cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, se emocionando, pensando, agindo
querendo, conseguindo
E só assim
É possível chegar àquele momento do dia
Em que a gente diz Graças a Deus deu tudo certo.
Quando na verdade
Tudo o que Ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito
pra gente...

(Luis Fernando Veríssimo)

Wednesday, December 19, 2007

As pessoas são estranhas...

Tá, eu sei que isso não é novidade para ninguém. São estranhas em variados aspectos e bló... Mas o que me fez confirmar esse pensamento é algo que vem acontecendo comigo há... acho que desde sempre. E eu arriscaria dizer que acontece com todo mundo.

Funciona assim: você conhece alguém. O próximo passo óbvio é conversar (para se conhecer mais ou só para jogar conversa fora mesmo). Qual é o tom adotado com pessoas com as quais não somos tão íntimos? Normalmente polido, com um humor leve... inclusive quando estamos com a cabeça explodindo de problemas e/ou preocupações. Até usamos isso para criar um assunto, pacientemente explicamos (dependendo, até fazemos 'manha'), pacientemente ouvimos conselhos e o papo, ainda assim, continua com aquela polidez, bom humor.

Alguém consegue me dar uma explicação clara, coerente e convincente do porquê desse cenário mudar quando as pessoas se tornam mais íntimas?

Quando as pessoas têm um vínculo maior (pais/filhos, namorados, irmãos, amigos mais próximos), parece que automaticamente ganham o "direito" de serem desnecessariamente grossas, de se tratarem com frieza, de por vezes ignorarem a presença e, o mais grave, aqueles sentimentos tão queridos entre elas.

O que elas não percebem é que, quanto mais elas agem desse jeito (e acredite, com o tempo elas agem cada vez mais assim), mais elas pisoteam aqueles bons sentimentos que demoraram tanto para serem cultivados. E o processo de destruição é muito mais rápido.

Dói tanto ver aquela pessoa querida maltratando você gratuitamente e, ao mesmo tempo, sendo tão dócil com estranhos...

Eu sei que a vida está além do nosso entendimento e que deveríamos simplesmente viver sem nos preocupar com as profundidades dos assuntos desse tipo, mas atitudes como essa mereciam ser explicadas... pelo bem dos pobres e surrados corações.

Se bem que, neste exato momento no qual eu me preparava para finalizar esse post, acabou de surgir um palpite: as pessoas agem assim porque, a partir do momento em que aqueles sentimentos que mencionei são cultivados/atingidos/whatever, elas se sentem livres/confortáveis para tirarem suas máscaras e simplesmente serem elas mesmas. Quase como se estivessem sozinhas.

Sabe quando você está revoltado com o planeta, se joga na cama, xinga todo mundo e fica quieto, tentando esvaziar a cabeça?

É... não sei se é isso, mas por enquanto é um pensamento válido e semi-reconfortante.

Mas não elimina a dor de ser maltratada. E não justifica a falta de respeito.

Thursday, November 29, 2007

*GRRRRRRRRRR* >.<

Textinho xoxinho, escrito na raiva... então sem cobranças semânticas, sintáticas, ortográficas, de sentido ou qualquer 'baboseira' do tipo. Por favor... =P

O que leva as pessoas a se acharem no direito de faltarem com o respeito umas com as outras?

Não só na vida real (assunto esse que daria, não só um livro, mas uma coleção deles), mas também (ou principalmente) no mundo cibernético... que não deixa de fazer, cada vez mais, parte da vida real.

Incontáveis vezes as pessoas são deixadas falando sozinhas, e as desculpas são as mais variadas... isso quando existe a mínima preocupação de se dar uma. A pessoa do outro lado não está vendo mesmo! Que mal poderia fazer? Eu sempre posso alegar que a linha caiu ou que eu tive que sair correndo ou que o computador deu pau ou que eu estava lendo um artigo ou que fui ao banheiro...

Não falar um tchau antes de desconectar, ficar minutos a fio em silêncio (que virtualmente falando parecem horas) e similares podem ser considerados, sim, como falta de respeito. Ainda que as justificativas sejam genuínas.

A falta de sinceridade, a omissão, impressões erradas... tudo isso está sendo ainda mais propelido devido à excelente máscara que a internet oferece, uma vez que posso também entortar a realidade (ou mentir descaradamente) para mostrar só o que eu gostaria que a outra pessoa soubesse ou até mesmo como eu gostaria que ela (a minha realidade) fosse.

Não renego a ótima e ágil ferramenta de comunicação que a internet é, mas em um mundo em que tantos valores já está tão desvirtuados, 'interneticamente' isso fica extremamente mais evidente e os valores ainda mais desvirtuados, quando não simplesmente ausentes. E, com o perdão da palavra de baixo calão, eu fico absurdamente EMPUTECIDA quando vejo coisas erradas ou pessoas me desrespeitando ou me enganando na cara dura.

Eu devo ter cara de idiota.

Monday, November 19, 2007

"Pantomime" (Incubus)

In my fantasy I’m a pantomime
I’ll just move my hands and everyone sees what I mean
Words are too messy
And it’s way past time
To hand in my mouth

Paint my face white and try to
Reinvent the sea
One wave at a time
Speak without my voice and see the world by candlelight

I ain’t afraid to let it out
I’m unafraid to take that fall
But I have found beyond all doubt
We say more by saying nothing at all

In my fantasy no such thing as time
Minutes bleed into days
Avant garde art
Show me your heresy
And I’ll show you mine
We only speak in pantomimes on this carpet ride

I ain’t afraid to let it out
I’m unafraid to take that fall
But I have found beyond all doubt
We say more by saying nothing at all

In my fantasy you look good entwined
In my hair and skin and spit and sweat and spilled red wine
You’re my deep secret
I’m your pantomime
I’ll just move my hands
I promise you’ll see what I mean

It's going to be a loooong week....

Admist so many unspoken words...
Admist so many subdued feelings...
Admist so many erratic glances...
Admist the sighs, the tears, the fears...

The fears...

Only one thing is certain, and it will be kept hidden in my heart... never ever it will fade away.

But the fears...

Wednesday, October 31, 2007

Happy Hallowe'en!!!














Que todo mundo tenha um dia assustadoramente especial. ;)

Friday, October 26, 2007

O nascimento de um trauma

Como se fossem delicadas raspas de chocolate, seus cachos brincavam soltos emoldurando seu pequeno rosto enquanto olhava para baixo, pensativa. Sua dúvida pairava entre o roxo e o azul. Olhou para a enorme tela branca à sua frente e teve um pensamento esclarecedor: azul era a cor favorita da homenageada, portanto estava decidido. As outras cores seriam meras coadjuvantes.

No dia seguinte seria Dia das Mães e a menininha aproveitava o silêncio da noite para preparar uma surpresa. Sabia que sua mãe adorava seus desenhos, então resolveu inovar esse ano. Seria algo grande. Algo único. Algo que fizesse jus à grandiosidade da pessoa que era seu ídolo.

Pegou o seu estojo de canetinhas coloridas (aquelas de ponta grossa que se compra no começo do ano, junto com o material escolar) e empenhou-se por algumas horas. Caprichosa, ela desenhava cada detalhe, coloria cada vão uniformemente, fazia estrelas, árvores, passarinhos... por fim, fez um enorme e vermelho coração e escreveu "mamãe eu te amo" com letras redondinhas. Em azul, obviamente!

Deu alguns passos para trás e observou contente a sua obra de arte. Sentia-se a menininha mais feliz do mundo só de imaginar o sorriso no rosto de sua mãe ao ver tamanha dedicação. Com uma risadinha, ela apagou a luz e foi para o seu quarto, onde a ansiedade a fez demorar para dormir, porém dormiu em paz, sabendo que abrilhantaria o dia da sua amada mãe no dia seguinte.

Ao amanhecer, a menininha arrumou-se para ir à escola e seguiu saltitante até a cozinha para tomar o usual café-da-manhã em família. Pela expressão no rosto de todos, ninguém havia achado a surpresa ainda. Com um sorriso interno, a menininha comemorou. Ótimo. Vai ficar para a volta da escola. Até fingir que esqueceu da data comemorativa ela fingiu.

O dia transcorreu normalmente, com as atividades escolares tão enfadonhas como sempre, e sua ansiedade não podia ser maior ao ouvir tocar o sinal que anunciava o encerramento do dia escolar. Foi correndo para o portão e esperou. Alguns minutos depois, seu pai apareceu e, intrigada, ela entrou no carro. Não havia acontecido nada importante, sua mãe só saíra para resolver uns assuntos com as amigas.

Ah... então ela ainda não viu...

Seu pai fez companhia para ela na cozinha até que sua mãe chegasse e logo zarpou rumo ao trabalho. Pronto. Estava a sós com a pessoa mais importante do dia. Da sua vida! Ela não agüentou e resolveu apressar a surpresa.

- Mamãe...
- Hm...?
- Você sabe que dia é hoje?

Sua mãe desviou-se de seus afazeres com um princípio de sorriso. Quer dizer que a sua menininha não havia esquecido?

- Claro que sei, meu anjo.
- Eu fiz uma coisa para você. Quer ver? Vem cá!

Rapidamente, a menininha alcançou a mão de sua mãe e a apertou com força, puxando para que ela a seguisse. Estava quase correndo. Ela não cabia em si de felicidade, seu coração batendo apressadamente. Antes de abrir a porta da sala, ela parou.

- Fecha os olhos, mamãe.

Sua mãe foi bastante obediente. Fez umas micagens na frente dela, só para testar se ela realmente estava de olho fechado e, só então, escancarou a porta. Puxou sua mãe com cuidado e a colocou em frente à grandiosa obra de arte.

- Pronto! Pode abrir!

Depois de alguns segundos do silêncio mais profundo veio algo que a menininha nunca imaginou que pudesse acontecer.

- EU NÃO ACREDITO!

Sim. Eram essas as palavras que ela esperava ouvir... mas esse tom? Ela parece... brava?

- Meu Deus... isso daqui nunca vai sair... VAI JÁ PRO SEU QUARTO!

A menininha ficou olhando atônita para a sua mãe, que agora tinha o rosto transfigurado pela raiva e pelo desapontamento.

- Mas mãe... nem do beija-flor você gostou?

Desde sempre ouvira histórias de como sua mãe ficava encantada com as pequeninas criaturas, então nada mais lógico que ela pintasse um.

- Esse morcego aqui? Escuta, não quero falar a respeito disso. Vai JÁ para o seu quarto, porque eu não quero mais ver você na minha frente por hoje. TÁ ME OUVINDO? É O SEU CASTIGO POR ARRUINAR A PAREDE DA SALA! VAI!

Seus olhinhos se encheram d'água e ela se virou lentamente, rumo ao seu quarto. Chegando lá ela silenciosamente fechou a porta e, derrotada, sentou-se na cama. As lágrimas lavavam seu inconformado rostinho. Ao longe ela ouvia sua mãe praguejar nervosa, enquanto esfregava a parede.

Como se fossem delicadas raspas de chocolate, seus cachos brincavam soltos emoldurando seu pequeno rosto enquanto olhava para baixo, pensativa. Sua dúvida pairava entre o bom e o mau. As ações e as conseqüências. As intenções e como suas atitudes era recebidas. Lógico que ela não conseguiu identificar todas essas disparidades emocionais, estando no primor dos seus sete anos.

Eram muitas as dúvidas e ela não conseguiu focar seus pensamentos. Ela fez uma coisa boa, linda, colorida, com todos os elementos que sua mãe mais gostava. Muito azul! Por que, então, sua mãe a tratara assim? Deitou-se e chorou até dormir, embalada pelo abafado som cacofônico que vinha da sala, oriundo das ríspidas palavras que sua mãe proferia.

Conscientemente, ela não teve um pensamento esclarecedor, mas estava decidido: culpa era o que ficaria incutido para sempre na sua mente e a impediria de viver plenamente. Os outros sentimentos seriam meros coadjuvantes.

Tuesday, October 16, 2007

Mais um!

Participação especial: eu! *hahahahahah! =P


Em cubos!!!

De fato, o mundo frustrantemente não funciona como gostaríamos. Faltou somente uma pecinha* para a noite ter sido 100%, ainda assim valeu cada minuto de ansiedade. Valeu pelo show em si, valeu pela companhia, valeu pelas atuações dignas de Oscar, valeu pelas histórias and for the most pleasant English practice. =D





However... I miss you and wish you were here, 'cause it's so much better when everyone is in... (tá, parei de montar frases com pedacinhos das letras! *hehehhe*)

Well... what else can I say? O show foi SHOW! *hehehe*



*Pecinhaaa! É só a palavra que está no diminutivo, viu? Sabes que és o mundo para mim! Tua presença ontem tornaria "perfeito" uma palavra torta, suja e feia. ;)

Monday, October 15, 2007

Correndo por entre as luzes coloridas, envoltas pela noite escura, gotas de chuva acompanham as lágrimas que silenciosa e suavemente delineiam meu rosto, sem que eu saiba direito o porquê.

O mundo não funciona do jeito que gostaríamos. Não creio que isso seja de todo ruim, é apenas bastante frustrante. Ainda bem que, ainda assim, dentro desse mundo desconcertante existem pessoas que amamos e que nos amam. Existem aquelas pessoas pelas quais vale a pena enfrentar os descompassos do mundo.

Aos poucos me acalmo, oximoricamente embalada pela costumeira saudade que se instala sem ser convidada, mas que é o agente propulsor para que eu siga em frente. Mais uma longa e enfadonha semana apresenta-se para que eu me arraste por ela, inspirada, acalentada e tirando forças da idéia de que existe alguém que faz com que valha a pena passar por tudo isso.

E existe. :)

Wednesday, September 26, 2007

...---...

O Houaiss me contou que a insegurança é a falta de confiança em si mesmo, em suas próprias qualidades ou capacidades.

Essa inabilidade de se sentir capaz, de acreditar em si e, conseqüentemente, nos outros, acaba por transformar o mundo em uma eterna fonte de perigos e ameaças. As pessoas se tornam monstros desprovidos de sentimentos que só têm por objetivo magoar, as situações sempre são embaraçosas e desconfortáveis e esse estado constante de semi-pânico afasta quaisquer chances de se alcançar a paz interior e, junto com elas, as pessoas que poderiam eventualmente gostar de verdade desse ser patologicamente inepto a confiar. O que gera um ciclo vicioso, pois o distanciamento dessas pessoas gera ainda mais insegurança no ser em questão, o que impede que outras pessoas cheguem perto e assim por diante...

Não sou psicóloga, porém acredito que haja infinitos fatores que possam desencadear tamanha falta de segurança e bloquear bons pensamentos/atitudes/sentimentos sobre si e sobre os outros. Até arrisco uns palpites, mas os guardo para mim, pois é bastante indelicado fazer acusações. Em termos gerais, no entanto, as causas encontram-se na maneira como o ser foi ou é tratado. Pode ter sido um evento único, traumatizante o suficiente... pode ter sido uma série de situações constantes, com mudanças de cenários ou personagens, mas muito similares entre si... Pode ter sido absolutamente qualquer coisa.

Para um observador mais desatento, toda essa paranóia/neurose desse ser pode até se passar por uma encenação muito bem feita... coisa para ganhar atenção... aquela história de "se fazer de vítima". Fato é que esse ser desprovido de auto-estima é carente de uma enorme série bem variada de coisas, mas é carente, principalmente, de ajuda.

Wednesday, September 19, 2007

Essa eu não sabia....


Today's also Pirate Day! Arr!!

Wednesday, September 05, 2007

É...

Até o mais forte tem seus momentos de fraqueza...

Tuesday, September 04, 2007

Sem título mesmo, porque não merece.

Ela andava pela rua cantarolando mentalmente, animada com as perspectivas que o novo emprego oferecia e pensando com carinho no namorado que estava em outra cidade. Fazia um dia agradável, com uma excelente combinação entre o sol ameno e a brisa fresca, os galhos mais altos das árvores curvando-se gentilmente a cada sopro, os passarinhos chilreando despretensiosamente e de quando em quando um latido preguiçoso mostrava que o dia realmente estava bom demais para se preocupar com qualquer coisa.

Absorta em seus alegres pensamentos, ela nem notou que vinha tendo seus passos observados enquanto caminhava com a leveza de alguém em paz consigo mesma. De fato, não eram seus passos que estavam sendo observados. Em uma casa semi-construída mais à frente estavam quatro pares de olhos que se fixavam nas suas femininas curvas, delicadas e discretas, porém presentes.

Alguns poucos metros depois ela se sentiu observada. Retesou seus músculos e começou a caminhar sutilmente mais rápido, para poder evitar o que quer que fosse, caso houvesse necessidade. Num momentâneo desvio de foco conseguiu enxergar as oito lanças que estavam à espreita, aguardando o momento certo para...

Logo que as ondas reverberaram no seu pequeno tímpano, ela chegou a visualizar um suculento bife sendo frito. Chegou a conferir o relógio para certificar-se de que a hora do almoço já estaria próxima, porém ainda não fazia nem três horas que o sol havia despontado no horizonte. O som de fritura foi seguido por murmúrios indecifravelmente lascivos, o que a fez mirar com repulsa as quatro figuras recostadas no muro interminado e apertar ainda mais o passo. Fossem os olhos dela miras de alguma arma potencialmente letal, os quatro seres provavelmente teriam sido pulverizados. Ou, no mínimo, mutilados. No lugar certo. Esse mesmo! Não finja que não entendeu.*

Seu primeiro impulso foi de espancar um por um até a morte, pensamento esse que foi seguido por um quê de lucidez que a segurou e explicou que, além de eles serem visivelmente mais fortes, provavelmente não valeria toda a chateação de passar por todos os trâmites legais que tal ato acarretaria.

Num segundo instante, veio a vontade de lhes dar um sermão, pedir-lhes por respeito e os fazer imaginar que suas mães/irmãs/namoradas/tias/etc. poderiam estar no mesmo instante em outro ponto da cidade passando pela mesma desagradável situação. Eles não gostariam que isso acontecesse, gostariam? Novamente o seu cérebro a refreou, explicando que o entendimento deles sobre o conceito de "empatia" provavelmente era insignificante, senão nulo.

Não vendo o que podia fazer, seu dia já arruinado e plenamente irritada, ela saiu pisando duro, deixando escapar com raiva um "Bando de filhos da..." entredentes.


* O queee? Estou falando dos olhos, claro! Eu, heim...

Tuesday, August 28, 2007

Aleatório (ou não!)

Tenho pensado muito em pessoas. Não em pessoas específicas... também não na humanidade, porque é muito geral. Passo o dia analisando atitudes. Ou a respectiva falta delas. Às vezes até mesmo o excesso das mesmas.

As atitudes no trânsito são as que mais me deixam nervosa. O trânsito não é mais caótico... já deixou de sê-lo há muito tempo. Ele é bárbaro, anárquico. Cada um por si e contra todos, com total falta de respeito às leis e a qualquer um que ouse cruzar o caminho alheio. Nervosismo, impaciência, inexistência de cordialidade... insuportável.

Já em lugares um pouco mais afastados das ruas, as atitudes (ou a falta e blábláblá... enfim, subentenda tudo que já foi escrito) costumam me intrigar. Ausência de caráter, excesso de sorrisos, dramatização exagerada... será que as pessoas são REALMENTE assim? Guardem as máscaras, por favor...

Mas as atitudes que realmente me deixam desconcertada são aquelas inusitadas tomadas pelas pessoas mais próximas. Aquelas pessoas que já tinham me acostumado com uma certa linearidade, mas que inexplicavelmente passam a agir... de um jeito que... *ARGH!* ¬¬

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On a total different subject...

"Ela acordou em meio aos lençóis brancos, ouvindo os pássaros cantarem do lado de fora da janela aberta, por onde entrava uma nesga de sol que prometia um dia glorioso. Espreguiçou-se lânguida na cama ampla e respirou fundo, sentindo-se absurdamente feliz. A este pensamento, sentou-se abruptamente na cama, exclamando: "Ai, meu Deus!". A preocupação estampada no rosto era genuína e, saltando da cama, pôs-se a caminhar de um lado pro outro no quarto, mordendo nervosamente a pele do canto do dedão direito.

Meia hora depois, jogou-se de volta na cama e puxou o telefone no criado mudo pra si. Discou e aguardou ansiosa que atendessem do outro lado.

- Alô?
- Oi, amor...
- Que voz é essa? Aconteceu alguma coisa?
- Não...bom, mais ou menos...
- O que foi? Diz.

- Ah, não é nada demais...
- Quer fazer o favor de me dizer logo o que ta acontecendo? Estou ficando preocupado, caramba!
- É que...eu acordei tão feliz hoje...que fiquei com medo!
- Hein?
- É, fiquei com medo. To tão insegura!
- Insegura?
- É...tá tudo tão bom...que eu sei que vai acontecer alguma coisa!
- Você ta doida? Bebeu?
- Aí, olha como você ta falando comigo! Eu te contando uma coisa séria, que ta me fazendo sofrer e você não ta ligando!
- Querida, ta bom, eu até entendo que você sinta medo e insegurança, isso é normal...eu mesmo sinto isso todos os dias...mas daí a você surtar e sofrer por antecipação por alguma coisa que você nem sabe se vai mesmo acontecer, é loucura!
- Não me chama de louca!
- Não estou te chamando de louca, estou pedindo pra você ser racional, oras!
- Eu sabia, você não me ama mais...está esperando o que pra me deixar?
- Você...já parou pra ouvir o que está dizendo?
- Eu não tenho mais condições de continuar essa conversa...depois eu te ligo, tchau!

Desliga e abraça o travesseiro, chorando copiosamente. O telefone toca, ela ergue um pouco o corpo e olha pro aparelho, imaginando se atenderia. Acaba por estender o braço e balbuciar um alô ininteligível.

- Não acredito que você desligou.
- Des-culpa, m-mas eu n-não que-ria que vo-cê m-me ouvisse cho-chorar...
- Não chora...eu te amo tanto...o que é que mudou, meu amor?
- N-na-da...mas eu tô tão cansada de relacionamentos fracassados! Sempre que eu acho que ta tudo bem, sempre que eu to mais feliz, acontece alguma coisa!
- Se você não acreditar na gente não tem mesmo por que continuar...
- Mas eu acredito...só tenho medo de te perder...
- Não vai me perder.
- Não?
- Não. A gente ta feliz, fazendo planos...não sofra sem motivos!
- Vo-cê m-me ama mesmo?
- Claro que amo! Já não cansei de provar?
- E tudo o que a gente planejou...é pra valer? É de verdade? Você não vai me deixar?
- Claro que é! Eu te amo, dá pra você colocar isso na sua cabeça?
- Ta bom...
- Te pego pra almoçar, ok?
- Ok.
- Beijo, babe.
- Beijo.

Ele desliga e olha o calendário sobre a mesa do escritório, onde vários dias estão assinalados com tinta vermelha. Larga o corpo na cadeira e respira fundo. Maldita TPM."

~ Texto chupinhado de http://bundafurada.blogspot.com/

Thursday, August 16, 2007

Tristeza

1 qualidade ou estado de triste; estado afetivo caracterizado pela falta de alegria, pela melancolia
2 caráter do que desperta esse estado
3 falta de alento; desânimo, desalento, esmorecimento
4 momento em que prevalece o estado de melancolia, de desânimo, de aflição

Fonte: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa



E se alguém em quem você confiou a vida inteira fala mal de você pelas costas?
E se alguém que você tinha como exemplo na vida age como você menos esperava?
E se alguém que era o seu apoio lhe empurra para baixo?

E se o seu herói vira o vilão?

Saturday, July 21, 2007

Friday, July 13, 2007

Thursday, July 05, 2007

Yours trully.

Válvula de escape, penico, saco de pancada e similares, ao seu dispor.

Obrigada e volte sempre.


Inferno astral da POHA.

Monday, May 21, 2007

Mas que saco ter que ficar sempre aparecendo mais coisas para me preocupar! Será que não é possível simplesmente curtir a minha felicidade?? E como estou feliz apesar de tudo! Mas torra a paciência de qualquer um!

E Murphy não tem nada a ver com isso. Nem ele é tão sádico assim.