Papel e caneta na mão, suco de tomate para acompanhar e alguns garçons curiosos passando para lá e para cá...
"Como saber quando é hora de deixar alguém ir? Quando a situação se torna insuportável? Quanto tudo está no auge, para deixar aquela lembrança boa? Por outro lado, será que é necessário deixar o outro ir? Será, também, que as pessoas têm que entrar e sair assim da nossa vida? Por que não ficam para sempre conosco? Ou nunca entram?
Cada um que entra adiciona um pouco à nossa vida, porém cada um que sai é como se arrancasse nosso coração... até ele se reestruturar leva uma eternindade, além de nunca se reestruturar por completo. Quanto mais pessoas vão embora, menorzinho ele fica.
E dói.
Dói também quando elas ficam no meio do caminho. Dói a dúvida. Dói não tê-las por completo, ou por perto.
E aí eu volto àquela velha dúvida: Por que raios só a dor me inspira a escrever? Só ela me faz pensar mais profundamente..."
De repente apareceu saltitando um poema e o texto parou por aí.
"Como saber quando é hora de deixar alguém ir? Quando a situação se torna insuportável? Quanto tudo está no auge, para deixar aquela lembrança boa? Por outro lado, será que é necessário deixar o outro ir? Será, também, que as pessoas têm que entrar e sair assim da nossa vida? Por que não ficam para sempre conosco? Ou nunca entram?
Cada um que entra adiciona um pouco à nossa vida, porém cada um que sai é como se arrancasse nosso coração... até ele se reestruturar leva uma eternindade, além de nunca se reestruturar por completo. Quanto mais pessoas vão embora, menorzinho ele fica.
E dói.
Dói também quando elas ficam no meio do caminho. Dói a dúvida. Dói não tê-las por completo, ou por perto.
E aí eu volto àquela velha dúvida: Por que raios só a dor me inspira a escrever? Só ela me faz pensar mais profundamente..."
De repente apareceu saltitando um poema e o texto parou por aí.
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