Meu coração parece um ratinho de laboratório num labirinto: aflito, inquieto, dando voltas e voltas sem saber para onde ir. Corre para lá e para cá se perdendo e se achando em cada curva. E quando finalmente ele consegue encontrar o queijinho, é colocado em outro labirinto... e em outro... e em outro... ad infinitum.
Minhas inquietudes não têm causas externas, porém elas passam por uma lente de aumento quando olho ao meu redor. Também não têm causas específicas, embora certos assuntos em especial as façam vibrar com mais intensidade. E acima de tudo não têm cura, porque faço parte delas e elas sou eu.
Minhas inquietudes não têm causas externas, porém elas passam por uma lente de aumento quando olho ao meu redor. Também não têm causas específicas, embora certos assuntos em especial as façam vibrar com mais intensidade. E acima de tudo não têm cura, porque faço parte delas e elas sou eu.
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