Perguntaram por que a poesia que me habita só desperta em momentos taciturnos.
Pois é simples.
Quando o sol brilha e eu sou só sorrisos, meus passos ficam mais leves, flutuo. Quando meu coração pesa e o tempo se fecha, me arrasto. Há uma turbulência interna e então a poesia se levanta para me ajudar a fazer o mesmo, sussura poemas para que eu organize meus pensamentos, na esperança que eu volte a flutuar para que ela possa voltar a repousar... como agora.
Pois é simples.
Quando o sol brilha e eu sou só sorrisos, meus passos ficam mais leves, flutuo. Quando meu coração pesa e o tempo se fecha, me arrasto. Há uma turbulência interna e então a poesia se levanta para me ajudar a fazer o mesmo, sussura poemas para que eu organize meus pensamentos, na esperança que eu volte a flutuar para que ela possa voltar a repousar... como agora.
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